EDUCADORES

30 outubro, 2013

Novas concepções de gestão educacional


Olá, gente...

O Século 21, vem nos desafiar e impor novos paradigmas para um novo olhar sobre o pensamento em educação. 

Os gestores, necessitam discutir e redefinir concepções sobre a organização da escola e de seu papel social, considerando as novas demandas da sociedade e a formação de um novo cidadão.

Segue abaixo um quadro sobre alguns aspectos a considerar visando aperfeiçoar concepções da gestão educacional.


Como geralmente é!
O precisamos fazer!
Pensamento contido!
Permitir aos professores e alunos a fazer perguntas: como podemos mudar a nossa maneira de pensar sobre a escola para melhorar a aprendizagem?
Nós sempre fizemos isso! Aqui, sempre fizemos dessa forma!
Permitir aos professores e alunos condições para criar novas rotinas, novas tradições, e construir novas abordagens para a aprendizagem.
Entramos no jogo somente para ganhar!
Permitir aos professores e alunos oportunidades de estarem na vanguarda daquilo que é vibrante e emocionante em nossa sociedade.
Visão do próprio umbigo!
Permitir a escola para buscar feedback regular dos alunos, pais e outros interessados ​​sobre o papel da escola e sua relação no atendimento às necessidades de seus  alunos.
A abordagem do navegador solitário!
Incentivar professores e alunos a criação de comunidades colaborativas rede dentro e fora da escola. Promover equipes, dando a todos os alunos tempos e momentos para refletir sobre o que eles estão aprendendo.
O fracasso não faz parte de nosso vocabulário!
Promover uma cultura escolar que compreenda o fracasso como aspecto inerente e motivador para a inovação. Permitir aos professores e estudantes a falhar, enquanto eles estão dispostos a aprender com seus erros e crescer.
Siga somente a mentalidade do líder!
Incentivar professores e alunos a olhar para além do dia de hoje. Onde é que nós queremos ser 5 ou 10 anos a partir de agora? Promover uma cultura que suporta pensadores independentes que apreciam o valor da educação.
Contratações e admissões fracas!
Traga as pessoas para a comunidade escolar que pensam de forma diferente e interessante. Não contratar professores ou admitir de acordo com um protótipo. Contrate para singularidade e potencial.
A falta de know-how!
Não tenha medo de redefinir as expectativas de professores e alunos para abraçar as habilidades do Séc. 21 que precisam ser conectados  em uma sociedade global.
Expectativas irrealistas!
Não coloque todos os seus ovos numa única cesta. Promova uma grande idéia, tente "inovação soft" de modo a incentivar professores e alunos para a inovação ou criatividade.
























































Tem alguma sugestão? Encaminhe seus comentários!

Postado por Michel Assali

25 outubro, 2013

Tecnologia e salas de aula inovadoras



Olá, gente...

A evolução tecnológica econômica e social produziu sensíveis impactos ao contexto da experiência de aprendizagem influenciando as formas e metodologias do ensino e aprendizagem nas últimas décadas, especialmente no início do século 21.
As relações sociais e profissionais mediadas pelas novas tecnologias, produziram efeitos alterando espaços e tempos de aprendizagem e o modo de produzir resultados em função dos objetivos das instituições educacionais em escala mundial.

Como conseqüência, a instituição escolar, pressionada pelas novas tendências, passa por mudanças significativas, tanto na demografia do corpo discente e de mudanças baseadas na tecnologia no ensino e aprendizagem, exigindo um corpo docente adaptado para os novos contextos e cenários.

Considere-se ainda, as conquistas sociais, onde o acesso e a permanência na escola aliadas à qualidade de ensino, bem como a inclusão escolar, notadamente exigida e amparada por dispositivos legais, transformam o ambiente escolar em local privilegiado para as diversas formas de interações sociais definindo espaços e tempos individualizados para a aprendizagem.

Nesse sentido, a escola futura deve se organizar de forma a fazer uso de tecnologias e métodos de ensino adequados às novas demandas, no sentido de produzir técnicas e recursos pedagógicos cada vez mais apropriados às diversidades e experiências de seus alunos.

Ao longo dos últimos anos, temos observado uma mudança de paradigma que mostra um movimento em direção a uma abordagem cada vez mais centrada no aluno para o ensino e a aprendizagem. O significado da aprendizagem mudou a partir de um método de ensino unidirecional para enfatizar o fato de que o conhecimento é construído através da colaboração entre professores e alunos, ou entre os próprios alunos, trabalhando em projetos, tarefas ou resolução de problemas.

Outro fator importante que tem tido um enorme impacto sobre a nossa forma de aprender é a quantidade, por vezes esmagadora e a presença de todos os tipos de tecnologias que suportam o ensino e a aprendizagem. Estes vão desde quadros e tablets, a web-conferências, ferramentas on-line e todos os tipos de recursos digitais.

As escolas procuram se inserir nesse contexto fazendo com que as instituições públicas e privadas apliquem consideráveis recursos para atender as demandas sociais com relação ao uso das tecnologias.

Diante da situação convém fazer uma reflexão sobre as indagações que surgem como consequência:

- Os educadores estão suficientemente envolvidos e preparados para utilizar todo esse aparato tecnológico?
- Os educadores têm ideia sobre os novos hábitos de pensamento a serem desenvolvidos nos alunos do Se. 21?
- As propostas curriculares estão adequadas para atender um ensino com o uso das novas tecnologias?
- Projetos de aprendizagem estão alinhados na perspectiva do material didático virtual?


Essas e outras perguntas se fazem necessárias às discussões sobre o tema para que os educadores possam sentir segurança nas mudanças paradigmáticas das estruturas educacionais.
Pense sobre o assunto e encaminhe seus comentários!

Postado por Michel Assali

18 outubro, 2013

Experimente algo novo por 29 dias.


Olá, gente...
Que tal experimentar alguma coisa nova por 29 dias.
Por que 29 dias? É o tempo aproximado do período sinódico lunar. É apenas uma metáfora indígena para contar o tempo e aqui, para chamar sua atenção.
Mais tempo será de sua decisão, porém menos que isso, fica difícil obter bons resultados.
O objetivo principal é a mudança de hábitos. Trocar velhos por novos hábitos. E para realizar tal façanha é preciso uma mobilização física e mental por um período mínimo de tempo para que sejam instalados os novos hábitos.
Logicamente trataremos aqui de hábitos da docência, mas que podem ser aplicados em outros aspectos da nossa vida.
Vamos às sugestões! Não é preciso seguir todas. Escolha uma delas e siga em frente!

Fique no recreio, junto com os alunos.
Permanecer no recreio por esse período poderá propiciar uma nova visão sobre comportamentos e relacionamentos entre alunos e professores. Isso inspira credibilidade e confiança.

Escreva um bilhete elogiando um aluno a cada dia por um feito louvável.
Pode parecer estranho, principalmente para os adolescentes. Saiba que, independentemente da faixa etária, todos apreciam o elogio. Não economize com seus alunos. Carimbos, palavras de incentivo (valeu..., ótimo..., excelente..., etc.), colocadas nas lições e atividades são muito bem recebidas pelos alunos, inclusive os adolescentes do E.M.

Compartilhe uma de suas idéias com seus colegas de trabalho.
Trocar idéias e práticas resulta em apenas uma boa coisa: enriquecimento profissional mútuo. Tente isso pelos 29 dias.

Inicie suas aulas com uma atividade interessante e inédita.
Procure iniciar sua alua com um “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite” especial comentando sobre virtudes do ser humano, ou outra coisa boa da vida.  Sugiro que você selecione algo novo para acrescentar nesses 29 dias especiais visando preparar física e mentalmente os alunos para as aulas. Pense em algo surpreendente.

Tente uma metodologia de ensino diferente.
Arregace as mangas e utilize aquela metodologia que você sempre quis utilizar, mas teve receio. Leia mais sobre o assunto, crie confiança, comunique seus superiores e... mãos à obra.
Se você for preparado e seguro o resultado será um sucesso.

Planeje cada dia de aula com começo (objetivos), meio (conteúdo e atividades) e fim (avaliação).
Planeja todas as aulas para esse período. Terá gasto um bom tempo fora da sala nessa preparação, porém os resultados serão surpreendentes e sem estresse. Experimente!

Ajude aqueles alunos que estão com maiores dificuldades nas aulas ou na sua disciplina.
Utilize um tempo pré-estabelecido de suas aulas do dia para dedicar alguns minutos especiais aos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. Escute, converse, analise, investigue e aplique metodologias alternativas. Peça ajuda aos colegas, se precisar.

Ligue para casa de um aluno e elogie-o à família por algo admirável.
Complicado? Difícil, mas não impossível. Considere tratar-se de uma postura que favorece o trabalho docente na medida em que envolve a responsabilidade da família com o processo do ensino e aprendizagem e não apenas a escola.

Tem outra sugestão? Encaminhe!
Você pode promover essa atividade com seus alunos.
Como exemplos: uso da internet, TV, alimentação, atividade física, exercício mental, voluntariado, oração, etc.

Experimente pelo menos uma dessas (ou outras) atividades por 29 dias. Avalie os resultados e envie seus comentários.
Por favor, seus comentários serão preciosos se puder encaminhá-los.
Lembre-se de que as pessoas vão esquecer o que você disser e o que você fez, mas as pessoas nunca vão esquecer de como você as fez sentir.
Aguardo comentários. Podem ser feitos no quadro mural verde à direita da página. Vai lá!

Postado por Michel Assali



15 outubro, 2013

Feliz Dia do Professor


Olá, gente...
Ser professor...
Pensei na data...
Pensei na proposta, na filosofia, no trabalho de ser professor no mundo de hoje.
Concluí que professor é um ser...

Sublime, por ser repleto de paixão:
Intenso, por ocupar parte do trabalho além do horário;
Necessário, por que a sociedade não tem substitutos para seu trabalho;
Dedicado, por se faz necessário à profissão;
Lógico, porque precede de trabalho científico;
Eterno, por continua sua vida no coração dos alunos;
Imenso, pois seu trabalho não pode ser medido por técnicas convencionais;
Fundamental, por que não se compara à nenhuma das tecnologias;
Paciente, por lidar com relações humanas e seus conflitos;
Digno, pela nobreza ímpar de seu trabalho;
Divino, por inspirar o coração de seus alunos.

Parabéns professores e professoras pelo seu dia.
Feliz Dia do Professor!

Michel Assali

04 outubro, 2013

Cidadania Digital


Olá, gente...

Mais cedo ou mais tarde, as escolas públicas e privadas ingressarão no mundo do ensino digital, produzindo uma nova forma de organizar, controlar e avaliar os conteúdos, a informação, os conhecimentos e em especial ao desenvolvimento e formação da Cidadania Digital.

Cidadania Digital consiste em desenvolver um conjunto de habilidades e competências na formação de comportamentos responsáveis e éticos no uso das tecnologias, para além das pesquisas, textos, vídeos, ou ainda da simples redução de peso da mochila escolar.

Trata-se de combinar habilidades e competências acadêmicas e sociais que permitam que uma pessoa seja bem sucedida num universo seguro na era da informação, da mesma forma que muitas iniciativas se multiplicaram para desenvolver atitudes e valores em relação ao gosto pela literatura, artes, matemática, ciências, etc. Pressuposto que considera a importância desses aspectos aperfeiçoem na qualidade da interatividade utilizada pelo indivíduo, impactando na formação de sua Cidadania Digital.

Não se trata de uma conceituação apenas, pois cidadania envolve mais do que questões legais ou conteudistas. Sua complexidade envolve o autoconhecimento, o relacionamento íntimo com o lugar e contexto em que se vive, a interação com os outros e sua história cultural.

Faz-se necessário que pedagogos, gestores e educadores promovam projetos e planos de trabalho educacional com a participação efetiva das famílias, com vistas ao desenvolvimento de uma cultura de valores, que inspire convivência consciente e confiante no uso das tecnologias enquanto instrumentos divulgadores de direitos e deveres humanos.

É recomendável que professores e educadores dos diversos níveis da escolaridade básica, possam dedicar momentos ao planejamento de suas aulas envolvendo temas sobre a Cidadania Digital, objetivando o desenvolvimento da conscientização das novas formas de uso da Internet e Redes Sociais, integrando-as com os conteúdos do currículo escolar.

Convém ressaltar que não se trata apenas de conversão das páginas textos em PDF, mas o de agregar animações, vídeos, desafios, exercícios, portal específico, links relacionados e muita interatividade.

É preciso compreender que os alunos precisam aprender a agir de forma adequada durante o uso da rede e que existem diversas atividades e recursos para ajudá-los a ao desenvolvimento dessas atitudes.  Quanto mais nossos alunos estiverem online, mais informações vão encontrar possibilitando ampliar seus conhecimentos que, sob o direcionamento e orientações da escola e família, melhores cidadãos poderão ser para fazer a diferença na comunidade local e mundial.

O tema é novo e está no seu início de discussão. Há muito que pensar e muito mais a fazer.

Participe! Encaminhe seus comentários e suas contribuições.

Postado por Michel Assali

20 setembro, 2013

Inovação na educação


Olá, gente...

Inovação é o termo que tem impregnando textos, discursos, artigos e palestras nos diversos setores sociais e em todos os cantos do planeta de forma predominante neste início de século.
Logicamente, a educação não poderia prescindir de discussão do tema em seu aspecto abrangente, tendo em vista a ênfase dada ao setor pelos diferentes sistemas de avaliações externas, conclamando os governos à aplicação de fortes investimentos nas áreas educacionais no mundo inteiro.
Entretanto, quando se pensa em inovação em educação é preciso não se deixar levar apenas pelo uso das novas tecnologias, uma vez que estas se constituem como ferramentas facilitadoras do trabalho educacional, potencializando o uso da informação na apropriação do conhecimento.
A inovação do trabalho pedagógico se caracteriza por se concentrar no uso de novas metodologias sustentadas por teorias que favoreçam o desenvolvimento das potencialidades das crianças e jovens, de modo a atender as demandas sociais do Séc. 21.
Aprendizagem baseada em problemas (PBL), aprendizagem baseada em projetos (PBL), aprendizagem baseada em jogos (GBL), etc., são exemplos já mencionados em postagens anteriores como possibilidades, que aliadas ao ensino híbrido, podem produzir inovações em educação.
Porém, a produção dessa inovação exige dos educadores posturas simples, porém fundamentais que facilitem o trabalho criador, permitindo que os atores educacionais não sejam apenas consumidores, mas também, produtores de educação.
Os ingredientes posturais descritos abaixo são sugestões para iniciar uma reflexão e têm a função de provocar a mente e a elaboração de outros aspectos a serem considerados. Nesse sentido a inovação em educação pode estar mais próxima e mais simples do que imaginamos. Vejamos:

- Prioridade:
É preciso ter muito claro os objetivos fundamentais do cargo, área ou disciplina de atuação. O que nosso aluno precisa aprender? Quais as habilidades e competências a desenvolver? Qual o melhor e mais adequado método a ser empregado? Que recursos facilitam a aprendizagem? Como se relacionar com a comunidade?  ...
É preciso ter clareza sobre onde estamos e para onde vamos.
Essas e outras prioridades devem fazer parte da formação do educador e da cultura escolar, condição que facilita a produção de inovação.
“Quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve...”

-Altruísmo:
            A criatividade pode surgir no individual, porém a inovação somente se dá no coletivo. Não existe inovação individual no interior das instituições. O isolamento do educador ou de uma área de ensino é limitador e não contribui para que a inovação seja compartilhada. Como conseqüência, resistência e estagnação acabam por bloquear e anular processos que seriam valiosos para a inovação.
“Se você quiser ir rápido, vá sozinho; Se quiser ir longe, vá junto.”

- Tempo, disponibilidade e energia:
            Ao contrário do que muita gente pensa, recursos financeiros e materiais são os menos problemáticos para a inovação, uma vez que são passíveis de obtenção.
É preciso se concentrar nas pessoas, no tempo necessário ao planejamento, que requer de disponibilidade e dispêndio de concentração e energia.

- Modelos e exemplos:
            Modelos e exemplos são importantes para servirem de elementos de apoio e crítica, visando produzir novos e apropriados modelos e fundamentar o aperfeiçoamento do trabalho pedagógico. Analisar modelos existentes contribuem para a formação de opiniões e estabelecer critérios de análise e auto avaliação para a criatividade e consequentemente, a inovação.

- Disposição para correr riscos:
            “Os barcos estão seguros nos portos. Mas, não foram feitos para isso!”.
            Segurança, todos queremos. Porém o excesso de segurança promove a estagnação. É preciso correr riscos se quisermos inovar. E, correr riscos significa estar preparado para as situações de fracasso, o que ninguém quer. Razão pela qual a preparação para o novo exige também a inovação da preparação e do planejamento.

- Confiança:
            A inovação em educação exige, além dessas posturas, uma sensível dose de confiança em si mesmo e nas pessoas envolvidas no processo.  A confiança no trabalho é fundamental para que a inovação a ser implantada tenha credibilidade junto à  comunidade escolar. O sinal verde para a concretização das propostas inovadoras deverá ter o aval dos superiores, alunos e comunidade, tendo em vista as argumentações e justificativas de seus idealizadores.

Pense sobre o assunto. Você tem outras sugestões?

Encaminhe seus comentários!

Postado por Michel Assali

13 setembro, 2013

Perguntas impertinentes que o professor deve saber responder...(aos pais)



Olá, gente...

O foco de todo o processo de aprendizagem se concentra na relação professor-aluno. Certamente é o grupo onde a carga de trabalho se dá com toda a intensidade do processo temperado pelas relações interpessoais e apimentado por diversas situações de conflitos.

Mas para os alunos, o sistema de suporte não recai apenas sobre o professor seja ele polivalente ou especialista, mas também, ao papel da família a qual deve estar informada, solidária e conectada ao processo educativo.

A participação da família na vida escolar da criança e do jovem é um dos grandes desafios da educação brasileira, marcada fortemente por um sensível distanciamento dos processos educacionais numa medida inversamente proporcional à evolução do aluno nos diferentes níveis da escolaridade básica.
Nesse sentido a comunicação escola-família torna-se fundamental para esse estreitamento, considerando os dispositivos legais que ressaltam a responsabilidade da educação ser compartilhada entre a família e a escola, sejam nas atividades curriculares e extracurriculares.

As recomendações sugeridas pela escola aos pais para que estes se envolvam com o processo da aprendizagem, geralmente encaminham ações da seguinte ordem:

- " Pergunte à criança ou jovem como foi o dia dela na escola.”
- " Procure ajudar com a lição de casa. "
- " Busque conhecer suas dificuldades e ansiedades."
- " Converse com eles sobre seus ideais e a importância da educação."
- " Encaminhe para aulas particulares ou reforço, sê necessário."

Embora sejam coerentes, essas recomendações não mobilizam as famílias em direção ao envolvimento com a aprendizagem e não serão suficientes para desenvolver um clima de confiança com relação à Proposta Pedagógica da escola.

Nesse aspecto, a transparência da Proposta Pedagógica de uma escola é fundamental para promover essa credibilidade, sem que tenha como foco apenas as  informações das atividades extracurriculares mas, também, naquilo que o professor desenvolve em sala de aula com os alunos, ou seja, nas habilidades e competências decorrentes dos conteúdos curriculares, atividades, avaliações, etc.

Assim, e em favor dessa transparência do processo educacional, seguem exemplos de questões que os pais podem fazer sobre a educação dos alunos as quais deverão ser prontamente respondidas, “na ponta da língua”, pelos professores e educadores da escola.

Embora algumas das perguntas tendem a parecer contundentes, inexiste a intenção de causar qualquer melindre ou desconforto, mas o de provocar a reflexão sobre o papel docente, visto por uma outra face do prisma educacional.

Muitas dessas questões raramente serão objeto das interações entre pais e professores e talvez jamais serão feitas. Porém, o objetivo aqui é motivar a preparação e a revisão das práticas docentes à luz das teorias e tendências educacionais.

Para que a atividade tenha maior eficácia, faça as perguntas se colocando como pai e procure respondê-las como professor e educador.
Vamos às perguntas!
Então, imagine o pai de seu aluno perguntando:

1- Que padrões acadêmicos você usa e o que eu preciso saber sobre eles?
2- Como você identifica o esforço do meu filho em sala de aula?
3- Quais são os conceitos e conteúdos mais importantes que meu filho precisa entender até o final do ano?
4- Que técnicas você utiliza para tratar dos pontos fracos e fortes de seus alunos?
5- Como você organiza o trabalho de modo a desenvolver a criatividade e pensamento inovador em sua sala de aula?
6- Que atividades e estratégias você utiliza para desenvolver o pensamento crítico em sua sala de aula?
7- Como suas avaliações contribuem para promover a aprendizagem e não apenas uma simples mensuração?
8- O que posso fazer para apoiar a aprendizagem em casa?
9- O que tipos de perguntas você sugere para que eu faça ao meu filho sobre as atividades realizadas em suas aulas?
10- Como você desenvolve a aprendizagem personalizada com seus alunos?
11- Que critérios você utiliza para acompanhar o progresso acadêmico?
12- Que estratégias de ensino você utiliza ou pretende utilizar no processo de aprendizagem ao longo do ano?
13- Você usa metodologias diferentes (ou do tipo: aprendizagem baseada em problemas, baseada em jogos, baseada em projetos, etc.), e como você vê os principais benefícios dessas abordagens?
14- Que técnicas e recursos inovadores você utiliza no seu trabalho em sala de aula?
15- Que recurso tecnológico você sugere para que meu filho utilize para uma aprendizagem autônoma fora da sala de aula?
16- Quais as dificuldades mais comuns que oferecem resistência ao progresso acadêmico de seus alunos?
17- Que ações você tem realizado que contribuem para as mudanças da educação?
18- Como você vê o papel do professor no processo de aprendizagem?
19- Que questões não foram perguntadas, mas que deveriam constar desta relação? Encaminhe!

Procure responder essas e tantas outras questões sobre o trabalho docente.
Tenho a certeza que o enriquecimento será de grande valia.
Aproveite para compartilhar com outras pessoas.
Encaminhe suas questões e deixe seus comentários!

Postado por Michel Assali

06 setembro, 2013

Portal do Professor do MEC


Olá, gente...

O Portal do Professor do MEC é a dica da semana visando o aperfeiçoamento profissional docente, bem como espaço para compartilhar e divulgar o trabalho pedagógico.

O Portal, lançado em junho de 2008 pelo Ministério da Educação e em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, tem como objetivo apoiar os processos de formação Trata-se de um espaço que vem crescendo cada vez mais em termos da participação dos professores inscritos, de forma a criar uma comunidade docente conectada e um enorme acervo de recursos pedagógicos tais como, mídias, dicas e planos de aula para as diversas disciplinas e níveis de ensino.

Professores de todo o Brasil podem se inscrever no portal, sejam das escolas públicas ou particulares e acessar o material disponível gratuitamente para enriquecimento da teoria e da prática profissional.

Essa divulgação já foi feita em 2011, porém é recomendável revisitar o ambiente tendo em vista o enriquecimento dos conteúdos para todos os níveis e modalidades de ensino que tem aumentado sensivelmente.


Vale conferir acessando http://portaldoprofessor.mec.gov.br  e, sê possível, encaminhe seus comentários ou compartilhe com os colegas de trabalho.

Postado por Michel Assali

30 agosto, 2013

6 técnicas a fazer para despertar a curiosidade nos alunos


Olá, gente...

Encaminho para compartilhar 6 técnicas que podem ser feitas despertar a curiosidade nos alunos. São sugestões que podem se aplicadas diretamente na sala de aula e provocar grande mobilização da meninada.
Vamos lá...

1. Revisitar  velhas questões

Por mais “curioso” que pareça, as curiosidades mais simples dos alunos, decorrem de questões antigas que nunca foram totalmente respondidas, ou que não foi feita nenhuma tentativa de responder.
É claro que qualquer questão que se preze nunca será totalmente respondida e muitas das respostas às questões antigas surgem ao longo de nosso crescimento e desenvolvimento.
É muito comum termos dificuldades em entender determinados assuntos que nos parecem muito difíceis quando crianças e, depois, quando maiores ou adultos, nos são muito claros e perfeitamente compreendidos.
Logicamente, a idade funciona também como algum limitador para muitos dos problemas que surgem em nossa vida escolar, sendo superados de forma gradativa ao longo da vida.
Portanto, uma das formas de provocar o surgimento da curiosidade no aluno é resgatar velhas questões, por mais simples que sejam.

Estratégias para ação: Rever perguntas sobre velhos assuntos antigos, publicados em diversas mídias antigas, ou questões sobre histórias e lendas urbanas, charadas, adivinhos, mágicas, etc.

2. Promova a ambição ou o querer no aluno

Ambição é diferente de ganância. Ambição aqui se refere ao interesse, ao querer.  O querer saber! O querer precede a curiosidade. Certamente já ouvimos a frase “A escola pode levar o aluno até a fonte do conhecimento. Porém, ele bebe da fonte se quiser”.
É nesse contexto que a atitude do professor precisa estar presente, ou seja, provocar a vontade de “beber na fonte”. Ou seja, o professor precisa produzir situações para que essa vontade, o querer, ou a ambição, apareçam no processo de ensino. Portanto o professor precisa planejar situações de aprendizagem que “salguem” a água da fonte e produzam a vontade, ambição e a curiosidade.
A ambição é o que nos torna humanos, e seu irmão gêmeo é a curiosidade.

Estratégias para ação: Produção de desafios, aprendizagem baseada em projetos, ou aprendizagem baseada em problemas, utilizando a mediação, tutoria ou monitoria.

3. Jogos

Os jogos individuais ou coletivos mobilizam o aluno colocando-o em situação interessante de ambição e curiosidade. Além de oportunizar posturas de aprendizagem enfatizam a compreensão da construção de objetivos e metas a atingir, bem como a superação de dificuldades a enfrentar. Independentemente do tipo de jogo, seja carta, tabuleiro, realidade virtual, ou demais tecnologias, os jogos permitem desenvolver a utilização e importância de regras que podem ou não ser construídas e com certeza, fielmente seguidas pelos participantes. Os jogos promovem a concentração, despertam a curiosidade e o interesse, além de promovem ações colaborativas.

Estratégia para ação: Gamefication ou aprendizagem baseada em jogos (games)

 4. A colaboração certa na hora certa

O desafio para pequenos grupos ( 2 a 3 alunos), além de promover interações, valorizando as relações e o trabalho colaborativo, transmite maior segurança na solução de problemas e desafios. Em equipes pequenas, voz e voto além de visíveis, são de extrema importância para desenvolvimento de posturas seguras e passíveis de exposição a seus pares. As curiosidades podem se melhor compartilhadas e potencializar a aprendizagem dos alunos permitindo sua auto avaliação.
Agrupamento não é necessariamente colaboração. Para acionar a colaboração, e, assim, a curiosidade, os alunos devem ter uma verdadeira necessidade de um outro recurso, idéia, perspectiva, ou qualquer outra coisa de outra forma não imediatamente disponível para eles. Porque eles precisam de algo, e não simplesmente para terminar uma tarefa, mas para atingir o objetivo que estabeleceram para si próprios.

Estratégia para ação: Atividades desafiadoras para o grupo com ênfase na pesquisa, organização dos dados, registros e apresentação de idéias ou soluções mediadas e supervisionadas pelo professor.

5. Uso de diversificado ou imprevisível conteúdo

A atualidade é repleta de diversidades que podem ser agregadas ao conteúdo programático, potencializando situações de curiosidade com impactos na aprendizagem. Novos temas, novos projetos, novos jogos, novos romances, novos poetas, novos experimentos, novas coisas para pensar, etc, são fatores excepcionais para a despertar a curiosidade.

Estratégia para ação: Proponha aos alunos um estudo e pesquisa sobre assuntos recentes divulgados pelas mídias que ainda não constam na programação dos livros didáticos.  Desafie os alunos a apresentar problemas para a sala, mesmo que ainda não possuam uma solução ou respostas para o mesmo em qualquer área de conhecimento. Promova uma gincana de soluções. Na pior das hipóteses você tem alunos envolvidos, e uma chance real de curiosidade.


6. Para essa técnica conto com sua contribuição. Encaminhe para compartilhar outra forma de provocar a curiosidade nos alunos. 

Portanto, deixe suas sugestões ou comentários!

Postado por Michel Assali

22 agosto, 2013

Gamification na Educação


Gamification na Educação: aprendizagem baseada em jogos ou “games”.

Olá, gente...

Um novo conceito para a educação no século 21 é denominado gamication.
Gamification? Games, jogos.
Interessante?

Quando palavras como play, games, missões, fun, nível ou level, são pronunciadas ​​na frente dos alunos, eles imediatamente demonstram maior atenção e expectativa. 

E esta é a razão pela qual os educadores e desenvolvedores de T.E. estão olhando para gamifyng , o processo de Aprendizagem Baseado em Jogos (GBL), como uma possibilidade para novas estratégias de aprendizagem com o uso das novas tecnologias.

A educação do século 21 exige que os alunos sejam protagonistas de sua própria educação, ou seja, capazes de reconhecer seus interesses, necessidades e, com o acompanhamento docente, serem capazes de desenvolver atitudes e competências de aprender a aprender.

Apesar da grande maioria dos educadores olhar esse fenômeno com certa cautela, um considerável número de cientistas e pesquisadores tem dirigido atenção para esse aspecto apostando no potencial que essa estratégia pode trazer, em especial ao atendimento de uma aprendizagem personalizada.

Acreditam conscientemente na importância dos jogos como estratégias didáticas essenciais na renovação da percepção da aprendizagem por parte dos estudantes de todos os níveis educativos e sistemas de ensino, a partir da Educação Infantil.Por isso, várias empresas estão trabalhando para produzir materiais eficazes para criar processo de aprendizagem mais "divertida". 

Diante desse panorama e das novas tendências educacionais para o Século 21, lançamos algumas questões para motivar pesquisas sobre o tema:

Que razões pedagógicas favorecem o uso de jogos na aprendizagem?
Como posso aplicar diretamente na sala de aula?
Que jogos se adaptam às minhas necessidades?

Pesquise e encaminhe seus comentários!


Postado por Michel Assali
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