EDUCADORES

20 junho, 2017

Inverno 2017

INVERNO


Tempo da Terra,
Tempo dos humanos
Tempo de ...
- guardar para semear,
- recarregar para carregar,
- repensar para pensar,
- silenciar para expor,
- meditar para escolher,
- se fechar para desabrochar,
- reconsiderar para conciliar,
- se recolher para escolher, acolher
- se aquecer para amar.
Tempo maravilhoso, o inverno.
Que venha!  Salve o tempo. 
                         (Michel Assali)


Postado por Michel Assali

12 junho, 2017

Gestão: a autoridade formal e a liderança




Olá, gente...

A liderança é um termo para o qual cabem muitas definições com algumas características comuns como, o envolvimento de pessoas, os relacionamentos interpessoais, as dinâmicas de funcionamento de grupos e a capacidade de influenciar comportamentos.

Porém, a liderança não é inata e pode perfeitamente ser construída teórica e praticamente através de muito conhecimento, reflexões e pela prática aliada ao desenvolvimento dos relacionamentos pessoais e interpessoais.

Neste sentido, não basta querer ser um líder, nem achar que basta ser chefe para ser o líder. A contratação, a designação ou a nomeação para um cargo de chefia não determina a formação de um líder. A liderança precisa ser construída gradativamente através de atitudes e conhecimentos.

Assim, entende-se que a autoridade formal é apenas instrumento para tornar uma pessoa um chefe, mas nunca o suficiente para torná-la líder. É preciso ir para além da formalidade e investir fortemente na gestão de pessoas.

Numa instituição privada ou pública, como uma escola, por exemplo, seu maior patrimônio a gerenciar não são os bens ou equipamentos e sim, as pessoas que ali atuam. Pois é junto ao grupo de pessoas que a liderança se desenvolve. Ninguém é líder de ferramentas, pois seria apenas responsável pelo almoxarifado.

Alguns aspectos diferenciam a autoridade formal da liderança.

Veja:

Autoridade formal:
- Fundamenta-se em legislações aceitas de comum acordo, que criam figuras de autoridade dotadas do poder de comando.
- O seguidor obedece à legislação incorporada na figura de autoridade, não à pessoa que ocupa o cargo.
- A lei é instrumento que garante a convivência social.
- A autoridade formal é limitada no tempo e no espaço geográfico, social ou organizacional. Os limites definem a jurisdição da autoridade.
-É temporária para a pessoa que desempenha o papel de figura de autoridade.
- A autoridade formal inclui o poder de forçar a obediência das regras aceitas para a convivência.

A liderança:
- Fundamenta-se na crença dos seguidores a respeito das qualidades do líder e de seu interesse em segui-lo.
- O seguidor obedece ao líder e à missão que ele representa.
- O líder é instrumento para resolver problemas da comunidade.
- A liderança é limitada ao grupo que acredita no líder ou precisa dele. Os limites da liderança definem a área de influência do líder.
- A liderança tem a duração da utilidade do líder para o grupo de seguidores.
- Os líderes têm o poder representado pelas pessoas que o seguem.
- A liderança é produto de inúmeros fatores. Não é qualidade pessoal singular.


Diretores que são verdadeiramente líderes e não apenas chefes, têm algumas características em comum:
-Usam muito mais a capacidade de influência do que o poder de comando.
-Sabem ouvir cada integrante da equipe e fazer uso das informações que recebem.
-Sabem delegar e acreditar no trabalho realizado pelas equipes.
-Confiam na equipe e procuram fazer com que a equipe confie nele.
-Valorizam opiniões e perspectivas de outros.
-Comunicam claramente à equipe e ao público interno quais os objetivos e metas.

Pense sobre o tema e responda:
-Que tipo de liderança é a sua?
-Que leituras você tem feito sobre o assunto?
-Que ações têm praticado para desenvolver sua liderança?

Tem mais a contribuir? Encaminhe para compartilhar ou deixe seus comentários. 

Postado por Michel Assali





04 junho, 2017

Realizadores, conformados ou procrastinadores?


Olá, gente...


Buscava pela rede textos sobre procrastinação nas diferentes atividades profissionais.

Encontrei um texto de Christian Barbosa que aborda diversos temas sobre gestão, extraindo a classificação abaixo que achei bem didática e interessante para uma reflexão, considerando o processo produtivo das pessoas.

Segundo Christian, uma forma fácil de entendermos o ritmo produtivo e evolução das pessoas é dividi-lo em três grandes grupos:

Os realizadores – são aqueles que saem do lugar e fazem alguma coisa seja para atingir seus objetivos, dar saltos na carreira, viver melhor seus relacionamentos e ter mais saúde e prosperidade em todos os sentidos.

Os conformados – são aqueles que já assumiram que simplesmente não dá pra mudar, que a vida é assim mesmo, que ele não nasceu “virado” para a lua e que acredita que time que está empatando pelo menos não tá perdendo e assim, não se mexe.

Os procrastinadores – são aqueles que até tem vontade de mudar, de fazer algo diferente, que se motivam para criar planos, mas na hora H alguma coisa os impede de dar o próximo passo. Por insegurança ou por realizar uma ação que não será agradável, deixam para realizar “mais tarde”.

A parte triste dessa divisão é que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, já teve um desses perfis presente na sua rotina. Não é verdade? Ninguém é 100% realizador. Com certeza, o Bill Gates, Steve Jobs, Sílvio Santos, João Doria ou qualquer outro desses personagens que são extremamente bem sucedidos, já tiveram seus dias de procrastinadores e conformados.

Só que essas pessoas têm uma coisa em comum: eles conseguem administrar esses perfis e voltam rapidamente para o perfil realizador. Eles entendem que ninguém é inabalável, mas que todos têm uma capacidade inigualável de seguir em frente, no perfil adequado.

Em qual perfil você está vivendo hoje em dia?

Que tal aproveitar que praticamente 50% do ano já foi embora para começar a viver no perfil mais adequado?


Postado por Michel Assali
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