EDUCADORES

06 novembro, 2013

31 termos da Neurociência que todo professor deve saber



Olá, gente...
As contribuições da Neurociência na educação e em especial na aprendizagem, tem possibilitado agregar ao trabalho docente novas concepções e conceitos sobre o funcionamento do cérebro e da mente, e seu impactos na elaboração de metodologias eficazes de aprendizagem.
Segue abaixo uma pequena lista de termos da Neurociência que o professor precisa conhecer para melhor iniciar seus estudos nessa área tão interessante e do conhecimento sobre educação.

31 termos da Neurociência que todo professor deve saber

Conhecimento
Isso se refere ao processo mental pelo qual nos tornamos conscientes do mundo,  que nos permite usar essa informação para resolver problemas e fazer sentido do mundo. Este conceito é um pouco simplificado, mas refere-se a cognição, ao pensamento e de todos os processos mentais relacionadas ao pensamento.

Sistema Nervoso Central
Esta é a porção do sistema nervoso compreende o cérebro e a medula espinhal.

Axônio
Esta é a extensão fibrosa minúscula do neurônio,  trata-se de uma extensão do corpo da célula, levando o sinal que chega ao corpo celular para outras células alvo (neurônios, músculos, glândulas).

Cerebelo
Esta é uma grande estrutura localizada na porção posterior de nosso encéfalo,  e ligeiramente abaixo do cérebro  e na parte superior ao tronco encefálico. Esta estrutura é muito importante no controle motor, no equilíbrio e no planejamento dos movimentos, bem como no aprendizado e memória sensorial,perceptiva e motora..

Córtex cerebral
Esta é a camada mais exterior dos hemisférios cerebrais do cérebro. O córtex controla toda a atividade consciente, incluindo planejamento, resolução de problemas, linguagem e fala. Ela também está envolvida na percepção e atividade motora voluntária.

Dendritos
Extensões protoplasmáticas que brotam principalmente dos corpos celulares de neurônios. Dendritos captam os impulsos elétricos E os conduzem em direção ao axônio do neurônio. Um único nervo pode possuir muitos dendritos. Os dendritos podem aumentar em tamanho e número, em resposta às habilidades aprendidas, experiências e armazenamento de informações. Novos dendritos podem crescer como ramos de neurônios frequentemente ativados. Proteínas especiais podem estimular o crescimento de dendritos.

Amígdala
Parte do sistema límbico no lobo temporal. A amígdala se acreditava primeiro a funcionar como um centro do cérebro para responder apenas à ansiedade e ao medo. Quando a amígdala está num estado de tensão, o medo, a ansiedade ou ativação induzida, a nova informação vinda através das áreas de entrada sensoriais do cérebro não pode passar através do filtro afetivo da amígdala e obter acesso aos circuitos de memória, sendo assim bloqueada. A amígdala é também um modulador afetivo da memória.


Dopamina
Um neurotransmissor associado com atenção, tomada de decisão, função executiva e de aprendizagem relacionada a estímulos e recompensas. Exames revelam uma maior liberação de dopamina, enquanto as pessoas se envolvem em ações de brincar, rir, fazer exercícios físicos, ou receber o reconhecimento (por exemplo, o elogio) na realização de atividades.

Funções Executivas
Processamento cognitivo da informação que ocorre em áreas do córtex pré-frontal que exercem controle consciente sobre suas emoções e pensamentos. Este controle permite que a informação padronizada  seja utilizada para organizar, analisar, classificar, conectando, planejando, priorizando; fornecendo assim um seqüenciamento com auto-monitoramento, auto-correção, avaliação, abstrações e resolução de problemas. Atua concentrando a atenção e relaciona informações para as ações apropriadas.

Ressonância Magnética Funcional 
Este tipo de imagem funcional do cérebro utiliza as propriedades paramagnéticas de hemoglobina que transporta oxigênio no sangue para demonstrar que as estruturas cerebrais são ativadas e em que grau durante vários desempenho e atividades cognitivas. Durante a maioria das pesquisas de aprendizagem, os indivíduos foram examinados enquanto estavam expostos a ações visuais, auditivas ou, estímulos táteis. O examine revelar em tempo real as estruturas do cérebro que são ativadas por essas experiências.

Glia
Estas são células especializadas que nutrem, dão sustentação, fazem a defesa e  complementam a atividade dos neurônios no cérebro. Os astrócitos são os mais comuns e parecem desempenhar um papel fundamental na regulação da quantidade de neurotransmissores nas sinapses.

Massa ou matéria cinzenta
A matéria ou massa cinzenta refere-se à cor cinzento acastanhada dos corpos de células nervosas (neurônios) do córtex exterior do cérebro, em comparação com a substância branca, que é composta principalmente de células de suporte e feixes de axônios que fazem a ligação. Os corpos de neurônios são mais escuros do que a outra matéria do cérebro, de modo que o córtex ou camada exterior do cérebro aparece cinzento escuro e é chamado de "matéria cinzenta" porque os corpos dos neurônios são mais densos nessa camada.

Hipocampo
Um cume no chão de cada ventrículo lateral do cérebro que é constituído principalmente por matéria cinzenta, que tem um papel importante nos processos de memória. O hipocampo tem entradas sensoriais e as integra com padrões relacionais ou associativos de memórias pré-existentes, ligando assim as informações do novo input sensorial em padrões armazenáveis ‌‌de memórias relacionais.

Sistema Límbico
Este é um grupo de estruturas funcionalmente ligadas ao desenvolvente no cérebro (incluindo a amígdala, córtex cingulado, hipocampo, septo e gânglios basais). O sistema límbico está envolvido na regulação da emoção, memória e processamento de comunicação sócio-emocional complexa.

Memória de longo prazo
Memória de longo prazo é a memória criada quando a memória de curto prazo é reforçada através da análise e associação significativa com os padrões existentes e o conhecimento prévio. Este reforço resulta em uma mudança na estrutura física dos circuitos neuronais, com estabelecimento efetivo de sinapses.

Metacognição
O conhecimento sobre o próprio tratamento e estratégias que influenciam sua própria aprendizagem, que pode otimizar a aprendizagem de informações futuras. Depois de uma aula ou de avaliação, a reflexão pode reforçar as estratégias eficazes quando as crianças são solicitadas a reconhecer as estratégias de aprendizagem de sucesso que elas usaram.

Mielina
A substância gordurosa que cobre e protege os nervos. A mielina é uma camada de tecido que reveste os axônios (fibras nervosas). Esta bainha em torno do axônio age como um isolante, garantindo que o axônio aja como condutor em um sistema elétrico, e, assim, permite que as mensagens enviadas pelos axônios não sejam perdidas quando eles viajam para o próximo neurônio. A mielina aumenta a eficiência da viagem do impulso nervoso e cresce em camadas, em resposta a uma maior estimulação de uma via neural.

Mielinização
A formação da bainha de mielina em torno de fibras nervosas.

Circuitos neuronais
Os neurônios se comunicam uns com os outros, através do envio de mensagens codificadas através de ligações eletroquímicas. Quando a estimulação de padrões específicos entre os mesmos grupos de neurônios é repetida, os seus circuitos de ligação (dendritos) tornam-se mais desenvolvidos e mais acessíveis a estímulos e respostas eficientes. Este é o lugar onde a prática (estimulação repetida das conexões neuronais agrupados em circuitos neuronais) resulta em recuperação mais bem sucedida.

Neurônios
As células especializadas do cérebro e do sistema nervoso com função de armazenamento, controle e processamento das informações no interior do cérebro, medula espinal e nervos. Os neurônios são compostos por um corpo principal da célula, um único axônio importante para os sinais elétricos de saída e um número variável de dendritos, para receber a informação codificada em todo o sistema nervoso.

Neuroplasticidade
Refere-se à notável capacidade do cérebro para alterar a sua organização molecular, da microarquitetura e funcionamento em resposta a ferimentos ou novas experiências. A formação de dendritos e  a destruição dos neurônios (poda) permitem que o cérebro possa reformular e reorganizar as redes de conexões em resposta ao uso aumentado ou diminuído destas vias.

Neurotransmissores
Moléculas (aminoácidos, aminas ou purinas) do cérebro que são armazenados em vesículas nos neurônios e que são liberados na fenda sináptica pelos impulsos elétricos  que chegam na porção terminal do axônio (terminal axonal).  Uma vez liberado nessa fenda sináptica, ligam-se a proteínas receptoras localizadas nos dendritos  do neurônio seguinte na via. . Essa ligação do neurotransmissor com o receptor na célula seguinte pode gerar um estímulo elétrico, propagando o sinal, que assim vai viajando ao longo do próximo nervo.  Os neurotransmissores no cérebro incluem serotonina, o triptofano, a acetilcolina, dopamina, e outros, que as informações de transporte através das sinapses e também circulam através do cérebro, bem como hormônios, para influenciar maiores regiões do cérebro. Quando os neurotransmissores estão esgotados, pelo excesso de informação que viaja através de um circuito nervoso sem interrupção, a velocidade de transmissão ao longo do nervo diminui para um nível menos eficiente.

Numeracia
A capacidade de raciocinar com números e outros conceitos matemáticos. Conceitos infantis de número e quantidade contribuem no desenvolvimento da maturação cerebral e experiência.

Occipital (áreas de processamento e memória visual)
Esses lobos posteriores processam  a entrada óptica cerebral, entre outras funções.

Oligodendrócitos
Os oligodendrócitos são as células gliais que se especializam para formar a bainha de mielina em torno de muitas projeções dos axônios, no SNC.

Lobos parietais
Lóbulos parietais ( um em cada lado) processa dados sensoriais do cérebro, entre outras funções.

Padronização
Padronização é o processo pelo qual o cérebro percebe os dados sensoriais e gera padrões, relacionando a informação nova com material previamente aprendido ou a segmentação do material em sistemas padronizados que tenha usado antes. A educação  possibilita o aumento dos padrões que as crianças podem usar para conhecer, reconhecer e comunicar. Como a capacidade de ver e trabalhar com padrões se expande, as funções executivas são reforçadas. Sempre que um novo material é apresentado de modo a que as crianças possam estabelecer relações, pode gerar uma maior atividade do neurônio (formação de novas ligações neurais) e atingir padrões mais bem sucedidos para a memória de armazenamento de longo prazo e de recuperação.

Córtex pré-frontal (de frente, peças exteriores dos lobos frontais)
O córtex pré-frontal (CPF) é um cubo de redes neurais com entrada e saída para quase todas as outras regiões do cérebro. No CPF relacional,  as memórias de trabalho ou de curto-prazo podem ser mentalmente manipuladas e/ ou estimuladas para se tornarem memórias de longo prazo e as emoções podem ser avaliadas de forma consciente. Quanto às funções executivas, as redes dirigidas pelo CPF irão responder à entrada, através dos mais altos níveis de cognição. Estas funções incluem a avaliação da informação, previsão, ação, consciência emocional e resposta, organização, análise, classificação, ligação, planejamento. O CPF atuará priorizando o auto-monitoramento da sequência, a tomada de decisão consciente,  a auto-correção, bem como a avaliação, abstração, dedução, indução, resolução de problemas, focalização da atenção, sendo capaz de relacionar informações para o planejamento e direcionamento das ações.

Serotonina
Um neurotransmissor utilizado para transportar as mensagens entre os neurônios. Muito pouca serotonina pode ser uma causa de depressão e falta de atenção. A ramificação dendrítica é reforçada pela serotonina secretado pelo cérebro predominantemente entre a sexta e oitava hora de sono (REM).

Memória de curto prazo (memória de trabalho)
Esta memória pode armazenar e manipular informações para uso no futuro imediato. A informação só é realizada em memória de trabalho por cerca de um minuto. 

Sinapse
A sinapse é a unidade processadora de sinais do sistema nervoso. Trata-se da estrutura microscópica de contato entre um neurônio e outra célula (geralmente outro neurônio ou uma fibra muscular), através da qual se dá a transmissão de mensagens entre as duas. A fenda sináptica é o local onde os neurotransmissores como a dopamina, são lançados, transportando as informações em todo o espaço que separa as extensões do axônio de um neurônio a partir do dendrito que leva para o próximo neurônio. Antes e depois de atravessar a fenda sináptica como uma mensagem química, a informação é transportada em um estado elétrico quando se percorre o nervo.

Mais...


Você tem mais alguma contribuição? Encaminhe para aumentarmos a lista.

Postado por Michel Assali

01 novembro, 2013

Ensinar diferentemente


Olá, gente...
    
Sabemos que a pressão por inovação na sala de aula tem sido uma demanda social com impactos acentuados no trabalho docente. O que muita gente ainda não entende é que para o professor, principal ator do processo junto ao aluno, a inovação na sala de aula não é assim um procedimento fácil, mesmo que este tenha domínio de conhecimentos e habilidades da docência.
    Trabalhar com o uso das novas tecnologias requer um apoio técnico de elevado nível e estruturas físicas complexas. Porém o desafio maior reside muito mais nas metodologias pedagógicas do que na instalação ou aquisição de equipamentos tecnológicos sofisticados.
    Considerando a grande dispersão da atenção provocada pelas tecnologias, o trabalho docente exige preponderância para a formação de novos hábitos de pensamento e de formas de estudar, bem como a diferentes e atualizadas concepções de currículos, programas e avaliações.
    E os desafios não param por aí. Há que se pensar nas dificuldades de aprendizagem, na inclusão, na superdotação, em fim, no todo e nas partes envolvidas no processo.
    Ou seja, é preciso de muito estudo, pesquisa e o desenvolvimento de habilidades e competências para a formação docente do século 21.

    Novas exigências da docência:

1- Ao colaborar com outros educadores,  concentre-se nas discussões sobre padrões e avaliações  ou outros temas pedagógicos e menos em assuntos pessoais.
2- Ao colaborar com outros educadores,  enfatizar o que você tem em comum.
3- Experimente coisas novas.  
Grandes professores estão sempre se adaptando às tendências e exigências e dispostos a experimentar novas ideias. Se puder, envolva um colega nessa empreitada.
4- Incorporar o currículo para seus alunos. 
Faça o seu melhor para ver os alunos, famílias e comunidades como o seu público primário e não colegas de seu setor, departamento ou prédio.
5- Estabelecer sempre um Planejamento Pedagógico.  
É nesse contexto que currículo, programa, recursos didáticos e avaliação, prevalecem para um trabalho eficaz. Decorre dessa organização seus limites e possibilidades de novas idéias e novas ferramentas.
6- Abrace a mudança da melhor maneira.
Sem estresse. As mudanças vem por aí e certamente vão mexer com a zona de conforto. Não tenha receio nem ofereça tanta resistência. Analise, critique mas extrai o que existe de melhor. Toda mudança incomoda, porém faz com que seu conhecimento aumente.
7-Treine a troca de conhecimentos.
    Pode parecer complicado, porém a troca de conhecimento e experiências pedagógicas é fundamental em qualquer momento, principalmente quando mudanças ocorrem.
    As trocas são temerosas, pois exige das pessoas envolvidas a exposição aos colegas ou grupo de trabalho, ocasionando medos e insegurança em relação à sua avaliação profissional. Ora, se temos a noção de que a avaliação visa aperfeiçoar uma situação, a exposição nas trocas de idéias deve ser entendida como momento de crescimento profissional da própria pessoa e do coletivo.
    Sabemos que não é tão fácil, mas pode-se desenvolver essa habilidade tornando a troca de idéias e experiências como aspecto fecundo e proveitoso para a formação da identidade docente. Isso pode ajudar a superar diferenças nas abordagens metodológicas, organização curricular entre professores, níveis de ensino e áreas de ensino.
   Ao contrário de muitas profissões, tudo o que você acredita como educador está em exibição para o mundo, e aberto ao elogio e crítica, que podem vir de todos os lados.
    Devemos lembrar sempre que mais importante do que toda a coleta de dados, ou estatísticas elaboradas por diversos órgãos ou instituições, o grande desafio da aprendizagem concentra-se na relação direta professor-aluno na sala de aula.
    Pratique!
    Por favor, encaminhe seus comentários. Pode ser na janela verde à direita "mural de recados"


Postado por Michel Assali

30 outubro, 2013

Novas concepções de gestão educacional


Olá, gente...

O Século 21, vem nos desafiar e impor novos paradigmas para um novo olhar sobre o pensamento em educação. 

Os gestores, necessitam discutir e redefinir concepções sobre a organização da escola e de seu papel social, considerando as novas demandas da sociedade e a formação de um novo cidadão.

Segue abaixo um quadro sobre alguns aspectos a considerar visando aperfeiçoar concepções da gestão educacional.


Como geralmente é!
O precisamos fazer!
Pensamento contido!
Permitir aos professores e alunos a fazer perguntas: como podemos mudar a nossa maneira de pensar sobre a escola para melhorar a aprendizagem?
Nós sempre fizemos isso! Aqui, sempre fizemos dessa forma!
Permitir aos professores e alunos condições para criar novas rotinas, novas tradições, e construir novas abordagens para a aprendizagem.
Entramos no jogo somente para ganhar!
Permitir aos professores e alunos oportunidades de estarem na vanguarda daquilo que é vibrante e emocionante em nossa sociedade.
Visão do próprio umbigo!
Permitir a escola para buscar feedback regular dos alunos, pais e outros interessados ​​sobre o papel da escola e sua relação no atendimento às necessidades de seus  alunos.
A abordagem do navegador solitário!
Incentivar professores e alunos a criação de comunidades colaborativas rede dentro e fora da escola. Promover equipes, dando a todos os alunos tempos e momentos para refletir sobre o que eles estão aprendendo.
O fracasso não faz parte de nosso vocabulário!
Promover uma cultura escolar que compreenda o fracasso como aspecto inerente e motivador para a inovação. Permitir aos professores e estudantes a falhar, enquanto eles estão dispostos a aprender com seus erros e crescer.
Siga somente a mentalidade do líder!
Incentivar professores e alunos a olhar para além do dia de hoje. Onde é que nós queremos ser 5 ou 10 anos a partir de agora? Promover uma cultura que suporta pensadores independentes que apreciam o valor da educação.
Contratações e admissões fracas!
Traga as pessoas para a comunidade escolar que pensam de forma diferente e interessante. Não contratar professores ou admitir de acordo com um protótipo. Contrate para singularidade e potencial.
A falta de know-how!
Não tenha medo de redefinir as expectativas de professores e alunos para abraçar as habilidades do Séc. 21 que precisam ser conectados  em uma sociedade global.
Expectativas irrealistas!
Não coloque todos os seus ovos numa única cesta. Promova uma grande idéia, tente "inovação soft" de modo a incentivar professores e alunos para a inovação ou criatividade.
























































Tem alguma sugestão? Encaminhe seus comentários!

Postado por Michel Assali

25 outubro, 2013

Tecnologia e salas de aula inovadoras



Olá, gente...

A evolução tecnológica econômica e social produziu sensíveis impactos ao contexto da experiência de aprendizagem influenciando as formas e metodologias do ensino e aprendizagem nas últimas décadas, especialmente no início do século 21.
As relações sociais e profissionais mediadas pelas novas tecnologias, produziram efeitos alterando espaços e tempos de aprendizagem e o modo de produzir resultados em função dos objetivos das instituições educacionais em escala mundial.

Como conseqüência, a instituição escolar, pressionada pelas novas tendências, passa por mudanças significativas, tanto na demografia do corpo discente e de mudanças baseadas na tecnologia no ensino e aprendizagem, exigindo um corpo docente adaptado para os novos contextos e cenários.

Considere-se ainda, as conquistas sociais, onde o acesso e a permanência na escola aliadas à qualidade de ensino, bem como a inclusão escolar, notadamente exigida e amparada por dispositivos legais, transformam o ambiente escolar em local privilegiado para as diversas formas de interações sociais definindo espaços e tempos individualizados para a aprendizagem.

Nesse sentido, a escola futura deve se organizar de forma a fazer uso de tecnologias e métodos de ensino adequados às novas demandas, no sentido de produzir técnicas e recursos pedagógicos cada vez mais apropriados às diversidades e experiências de seus alunos.

Ao longo dos últimos anos, temos observado uma mudança de paradigma que mostra um movimento em direção a uma abordagem cada vez mais centrada no aluno para o ensino e a aprendizagem. O significado da aprendizagem mudou a partir de um método de ensino unidirecional para enfatizar o fato de que o conhecimento é construído através da colaboração entre professores e alunos, ou entre os próprios alunos, trabalhando em projetos, tarefas ou resolução de problemas.

Outro fator importante que tem tido um enorme impacto sobre a nossa forma de aprender é a quantidade, por vezes esmagadora e a presença de todos os tipos de tecnologias que suportam o ensino e a aprendizagem. Estes vão desde quadros e tablets, a web-conferências, ferramentas on-line e todos os tipos de recursos digitais.

As escolas procuram se inserir nesse contexto fazendo com que as instituições públicas e privadas apliquem consideráveis recursos para atender as demandas sociais com relação ao uso das tecnologias.

Diante da situação convém fazer uma reflexão sobre as indagações que surgem como consequência:

- Os educadores estão suficientemente envolvidos e preparados para utilizar todo esse aparato tecnológico?
- Os educadores têm ideia sobre os novos hábitos de pensamento a serem desenvolvidos nos alunos do Se. 21?
- As propostas curriculares estão adequadas para atender um ensino com o uso das novas tecnologias?
- Projetos de aprendizagem estão alinhados na perspectiva do material didático virtual?


Essas e outras perguntas se fazem necessárias às discussões sobre o tema para que os educadores possam sentir segurança nas mudanças paradigmáticas das estruturas educacionais.
Pense sobre o assunto e encaminhe seus comentários!

Postado por Michel Assali

18 outubro, 2013

Experimente algo novo por 29 dias.


Olá, gente...
Que tal experimentar alguma coisa nova por 29 dias.
Por que 29 dias? É o tempo aproximado do período sinódico lunar. É apenas uma metáfora indígena para contar o tempo e aqui, para chamar sua atenção.
Mais tempo será de sua decisão, porém menos que isso, fica difícil obter bons resultados.
O objetivo principal é a mudança de hábitos. Trocar velhos por novos hábitos. E para realizar tal façanha é preciso uma mobilização física e mental por um período mínimo de tempo para que sejam instalados os novos hábitos.
Logicamente trataremos aqui de hábitos da docência, mas que podem ser aplicados em outros aspectos da nossa vida.
Vamos às sugestões! Não é preciso seguir todas. Escolha uma delas e siga em frente!

Fique no recreio, junto com os alunos.
Permanecer no recreio por esse período poderá propiciar uma nova visão sobre comportamentos e relacionamentos entre alunos e professores. Isso inspira credibilidade e confiança.

Escreva um bilhete elogiando um aluno a cada dia por um feito louvável.
Pode parecer estranho, principalmente para os adolescentes. Saiba que, independentemente da faixa etária, todos apreciam o elogio. Não economize com seus alunos. Carimbos, palavras de incentivo (valeu..., ótimo..., excelente..., etc.), colocadas nas lições e atividades são muito bem recebidas pelos alunos, inclusive os adolescentes do E.M.

Compartilhe uma de suas idéias com seus colegas de trabalho.
Trocar idéias e práticas resulta em apenas uma boa coisa: enriquecimento profissional mútuo. Tente isso pelos 29 dias.

Inicie suas aulas com uma atividade interessante e inédita.
Procure iniciar sua alua com um “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite” especial comentando sobre virtudes do ser humano, ou outra coisa boa da vida.  Sugiro que você selecione algo novo para acrescentar nesses 29 dias especiais visando preparar física e mentalmente os alunos para as aulas. Pense em algo surpreendente.

Tente uma metodologia de ensino diferente.
Arregace as mangas e utilize aquela metodologia que você sempre quis utilizar, mas teve receio. Leia mais sobre o assunto, crie confiança, comunique seus superiores e... mãos à obra.
Se você for preparado e seguro o resultado será um sucesso.

Planeje cada dia de aula com começo (objetivos), meio (conteúdo e atividades) e fim (avaliação).
Planeja todas as aulas para esse período. Terá gasto um bom tempo fora da sala nessa preparação, porém os resultados serão surpreendentes e sem estresse. Experimente!

Ajude aqueles alunos que estão com maiores dificuldades nas aulas ou na sua disciplina.
Utilize um tempo pré-estabelecido de suas aulas do dia para dedicar alguns minutos especiais aos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. Escute, converse, analise, investigue e aplique metodologias alternativas. Peça ajuda aos colegas, se precisar.

Ligue para casa de um aluno e elogie-o à família por algo admirável.
Complicado? Difícil, mas não impossível. Considere tratar-se de uma postura que favorece o trabalho docente na medida em que envolve a responsabilidade da família com o processo do ensino e aprendizagem e não apenas a escola.

Tem outra sugestão? Encaminhe!
Você pode promover essa atividade com seus alunos.
Como exemplos: uso da internet, TV, alimentação, atividade física, exercício mental, voluntariado, oração, etc.

Experimente pelo menos uma dessas (ou outras) atividades por 29 dias. Avalie os resultados e envie seus comentários.
Por favor, seus comentários serão preciosos se puder encaminhá-los.
Lembre-se de que as pessoas vão esquecer o que você disser e o que você fez, mas as pessoas nunca vão esquecer de como você as fez sentir.
Aguardo comentários. Podem ser feitos no quadro mural verde à direita da página. Vai lá!

Postado por Michel Assali



15 outubro, 2013

Feliz Dia do Professor


Olá, gente...
Ser professor...
Pensei na data...
Pensei na proposta, na filosofia, no trabalho de ser professor no mundo de hoje.
Concluí que professor é um ser...

Sublime, por ser repleto de paixão:
Intenso, por ocupar parte do trabalho além do horário;
Necessário, por que a sociedade não tem substitutos para seu trabalho;
Dedicado, por se faz necessário à profissão;
Lógico, porque precede de trabalho científico;
Eterno, por continua sua vida no coração dos alunos;
Imenso, pois seu trabalho não pode ser medido por técnicas convencionais;
Fundamental, por que não se compara à nenhuma das tecnologias;
Paciente, por lidar com relações humanas e seus conflitos;
Digno, pela nobreza ímpar de seu trabalho;
Divino, por inspirar o coração de seus alunos.

Parabéns professores e professoras pelo seu dia.
Feliz Dia do Professor!

Michel Assali

04 outubro, 2013

Cidadania Digital


Olá, gente...

Mais cedo ou mais tarde, as escolas públicas e privadas ingressarão no mundo do ensino digital, produzindo uma nova forma de organizar, controlar e avaliar os conteúdos, a informação, os conhecimentos e em especial ao desenvolvimento e formação da Cidadania Digital.

Cidadania Digital consiste em desenvolver um conjunto de habilidades e competências na formação de comportamentos responsáveis e éticos no uso das tecnologias, para além das pesquisas, textos, vídeos, ou ainda da simples redução de peso da mochila escolar.

Trata-se de combinar habilidades e competências acadêmicas e sociais que permitam que uma pessoa seja bem sucedida num universo seguro na era da informação, da mesma forma que muitas iniciativas se multiplicaram para desenvolver atitudes e valores em relação ao gosto pela literatura, artes, matemática, ciências, etc. Pressuposto que considera a importância desses aspectos aperfeiçoem na qualidade da interatividade utilizada pelo indivíduo, impactando na formação de sua Cidadania Digital.

Não se trata de uma conceituação apenas, pois cidadania envolve mais do que questões legais ou conteudistas. Sua complexidade envolve o autoconhecimento, o relacionamento íntimo com o lugar e contexto em que se vive, a interação com os outros e sua história cultural.

Faz-se necessário que pedagogos, gestores e educadores promovam projetos e planos de trabalho educacional com a participação efetiva das famílias, com vistas ao desenvolvimento de uma cultura de valores, que inspire convivência consciente e confiante no uso das tecnologias enquanto instrumentos divulgadores de direitos e deveres humanos.

É recomendável que professores e educadores dos diversos níveis da escolaridade básica, possam dedicar momentos ao planejamento de suas aulas envolvendo temas sobre a Cidadania Digital, objetivando o desenvolvimento da conscientização das novas formas de uso da Internet e Redes Sociais, integrando-as com os conteúdos do currículo escolar.

Convém ressaltar que não se trata apenas de conversão das páginas textos em PDF, mas o de agregar animações, vídeos, desafios, exercícios, portal específico, links relacionados e muita interatividade.

É preciso compreender que os alunos precisam aprender a agir de forma adequada durante o uso da rede e que existem diversas atividades e recursos para ajudá-los a ao desenvolvimento dessas atitudes.  Quanto mais nossos alunos estiverem online, mais informações vão encontrar possibilitando ampliar seus conhecimentos que, sob o direcionamento e orientações da escola e família, melhores cidadãos poderão ser para fazer a diferença na comunidade local e mundial.

O tema é novo e está no seu início de discussão. Há muito que pensar e muito mais a fazer.

Participe! Encaminhe seus comentários e suas contribuições.

Postado por Michel Assali

20 setembro, 2013

Inovação na educação


Olá, gente...

Inovação é o termo que tem impregnando textos, discursos, artigos e palestras nos diversos setores sociais e em todos os cantos do planeta de forma predominante neste início de século.
Logicamente, a educação não poderia prescindir de discussão do tema em seu aspecto abrangente, tendo em vista a ênfase dada ao setor pelos diferentes sistemas de avaliações externas, conclamando os governos à aplicação de fortes investimentos nas áreas educacionais no mundo inteiro.
Entretanto, quando se pensa em inovação em educação é preciso não se deixar levar apenas pelo uso das novas tecnologias, uma vez que estas se constituem como ferramentas facilitadoras do trabalho educacional, potencializando o uso da informação na apropriação do conhecimento.
A inovação do trabalho pedagógico se caracteriza por se concentrar no uso de novas metodologias sustentadas por teorias que favoreçam o desenvolvimento das potencialidades das crianças e jovens, de modo a atender as demandas sociais do Séc. 21.
Aprendizagem baseada em problemas (PBL), aprendizagem baseada em projetos (PBL), aprendizagem baseada em jogos (GBL), etc., são exemplos já mencionados em postagens anteriores como possibilidades, que aliadas ao ensino híbrido, podem produzir inovações em educação.
Porém, a produção dessa inovação exige dos educadores posturas simples, porém fundamentais que facilitem o trabalho criador, permitindo que os atores educacionais não sejam apenas consumidores, mas também, produtores de educação.
Os ingredientes posturais descritos abaixo são sugestões para iniciar uma reflexão e têm a função de provocar a mente e a elaboração de outros aspectos a serem considerados. Nesse sentido a inovação em educação pode estar mais próxima e mais simples do que imaginamos. Vejamos:

- Prioridade:
É preciso ter muito claro os objetivos fundamentais do cargo, área ou disciplina de atuação. O que nosso aluno precisa aprender? Quais as habilidades e competências a desenvolver? Qual o melhor e mais adequado método a ser empregado? Que recursos facilitam a aprendizagem? Como se relacionar com a comunidade?  ...
É preciso ter clareza sobre onde estamos e para onde vamos.
Essas e outras prioridades devem fazer parte da formação do educador e da cultura escolar, condição que facilita a produção de inovação.
“Quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve...”

-Altruísmo:
            A criatividade pode surgir no individual, porém a inovação somente se dá no coletivo. Não existe inovação individual no interior das instituições. O isolamento do educador ou de uma área de ensino é limitador e não contribui para que a inovação seja compartilhada. Como conseqüência, resistência e estagnação acabam por bloquear e anular processos que seriam valiosos para a inovação.
“Se você quiser ir rápido, vá sozinho; Se quiser ir longe, vá junto.”

- Tempo, disponibilidade e energia:
            Ao contrário do que muita gente pensa, recursos financeiros e materiais são os menos problemáticos para a inovação, uma vez que são passíveis de obtenção.
É preciso se concentrar nas pessoas, no tempo necessário ao planejamento, que requer de disponibilidade e dispêndio de concentração e energia.

- Modelos e exemplos:
            Modelos e exemplos são importantes para servirem de elementos de apoio e crítica, visando produzir novos e apropriados modelos e fundamentar o aperfeiçoamento do trabalho pedagógico. Analisar modelos existentes contribuem para a formação de opiniões e estabelecer critérios de análise e auto avaliação para a criatividade e consequentemente, a inovação.

- Disposição para correr riscos:
            “Os barcos estão seguros nos portos. Mas, não foram feitos para isso!”.
            Segurança, todos queremos. Porém o excesso de segurança promove a estagnação. É preciso correr riscos se quisermos inovar. E, correr riscos significa estar preparado para as situações de fracasso, o que ninguém quer. Razão pela qual a preparação para o novo exige também a inovação da preparação e do planejamento.

- Confiança:
            A inovação em educação exige, além dessas posturas, uma sensível dose de confiança em si mesmo e nas pessoas envolvidas no processo.  A confiança no trabalho é fundamental para que a inovação a ser implantada tenha credibilidade junto à  comunidade escolar. O sinal verde para a concretização das propostas inovadoras deverá ter o aval dos superiores, alunos e comunidade, tendo em vista as argumentações e justificativas de seus idealizadores.

Pense sobre o assunto. Você tem outras sugestões?

Encaminhe seus comentários!

Postado por Michel Assali

13 setembro, 2013

Perguntas impertinentes que o professor deve saber responder...(aos pais)



Olá, gente...

O foco de todo o processo de aprendizagem se concentra na relação professor-aluno. Certamente é o grupo onde a carga de trabalho se dá com toda a intensidade do processo temperado pelas relações interpessoais e apimentado por diversas situações de conflitos.

Mas para os alunos, o sistema de suporte não recai apenas sobre o professor seja ele polivalente ou especialista, mas também, ao papel da família a qual deve estar informada, solidária e conectada ao processo educativo.

A participação da família na vida escolar da criança e do jovem é um dos grandes desafios da educação brasileira, marcada fortemente por um sensível distanciamento dos processos educacionais numa medida inversamente proporcional à evolução do aluno nos diferentes níveis da escolaridade básica.
Nesse sentido a comunicação escola-família torna-se fundamental para esse estreitamento, considerando os dispositivos legais que ressaltam a responsabilidade da educação ser compartilhada entre a família e a escola, sejam nas atividades curriculares e extracurriculares.

As recomendações sugeridas pela escola aos pais para que estes se envolvam com o processo da aprendizagem, geralmente encaminham ações da seguinte ordem:

- " Pergunte à criança ou jovem como foi o dia dela na escola.”
- " Procure ajudar com a lição de casa. "
- " Busque conhecer suas dificuldades e ansiedades."
- " Converse com eles sobre seus ideais e a importância da educação."
- " Encaminhe para aulas particulares ou reforço, sê necessário."

Embora sejam coerentes, essas recomendações não mobilizam as famílias em direção ao envolvimento com a aprendizagem e não serão suficientes para desenvolver um clima de confiança com relação à Proposta Pedagógica da escola.

Nesse aspecto, a transparência da Proposta Pedagógica de uma escola é fundamental para promover essa credibilidade, sem que tenha como foco apenas as  informações das atividades extracurriculares mas, também, naquilo que o professor desenvolve em sala de aula com os alunos, ou seja, nas habilidades e competências decorrentes dos conteúdos curriculares, atividades, avaliações, etc.

Assim, e em favor dessa transparência do processo educacional, seguem exemplos de questões que os pais podem fazer sobre a educação dos alunos as quais deverão ser prontamente respondidas, “na ponta da língua”, pelos professores e educadores da escola.

Embora algumas das perguntas tendem a parecer contundentes, inexiste a intenção de causar qualquer melindre ou desconforto, mas o de provocar a reflexão sobre o papel docente, visto por uma outra face do prisma educacional.

Muitas dessas questões raramente serão objeto das interações entre pais e professores e talvez jamais serão feitas. Porém, o objetivo aqui é motivar a preparação e a revisão das práticas docentes à luz das teorias e tendências educacionais.

Para que a atividade tenha maior eficácia, faça as perguntas se colocando como pai e procure respondê-las como professor e educador.
Vamos às perguntas!
Então, imagine o pai de seu aluno perguntando:

1- Que padrões acadêmicos você usa e o que eu preciso saber sobre eles?
2- Como você identifica o esforço do meu filho em sala de aula?
3- Quais são os conceitos e conteúdos mais importantes que meu filho precisa entender até o final do ano?
4- Que técnicas você utiliza para tratar dos pontos fracos e fortes de seus alunos?
5- Como você organiza o trabalho de modo a desenvolver a criatividade e pensamento inovador em sua sala de aula?
6- Que atividades e estratégias você utiliza para desenvolver o pensamento crítico em sua sala de aula?
7- Como suas avaliações contribuem para promover a aprendizagem e não apenas uma simples mensuração?
8- O que posso fazer para apoiar a aprendizagem em casa?
9- O que tipos de perguntas você sugere para que eu faça ao meu filho sobre as atividades realizadas em suas aulas?
10- Como você desenvolve a aprendizagem personalizada com seus alunos?
11- Que critérios você utiliza para acompanhar o progresso acadêmico?
12- Que estratégias de ensino você utiliza ou pretende utilizar no processo de aprendizagem ao longo do ano?
13- Você usa metodologias diferentes (ou do tipo: aprendizagem baseada em problemas, baseada em jogos, baseada em projetos, etc.), e como você vê os principais benefícios dessas abordagens?
14- Que técnicas e recursos inovadores você utiliza no seu trabalho em sala de aula?
15- Que recurso tecnológico você sugere para que meu filho utilize para uma aprendizagem autônoma fora da sala de aula?
16- Quais as dificuldades mais comuns que oferecem resistência ao progresso acadêmico de seus alunos?
17- Que ações você tem realizado que contribuem para as mudanças da educação?
18- Como você vê o papel do professor no processo de aprendizagem?
19- Que questões não foram perguntadas, mas que deveriam constar desta relação? Encaminhe!

Procure responder essas e tantas outras questões sobre o trabalho docente.
Tenho a certeza que o enriquecimento será de grande valia.
Aproveite para compartilhar com outras pessoas.
Encaminhe suas questões e deixe seus comentários!

Postado por Michel Assali
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