EDUCADORES

20 dezembro, 2014

FELIZ NATAL!

Natal

Olá, gente...

Nosso mundo está cada vez mais repleto de tecnologias. Usamos, falamos, vivemos e agora, vestimos “gadgets”, que possibilitam conexões em tempo real e em 24 horas do nosso dia.

Somos bombardeados constantemente com linguagens específicas do internetês, celulares e relógios inteligentes, tablets de diversos tamanhos e memórias, laptops e uma imensa quantidade de aplicativos dos quais usamos apenas uns 15%.
Não bastam os e-mails, torpedos, sms, além de mensagens e imagens enviadas em tempo real que impactar até o processo eleitoral. O que vem após o “enter” é sempre inusitado.

Teclas e toques predominam em todos os dispositivos digitais, indiscriminadamente sem constrangimento e muitas vezes sem as devidas precauções.
Porém, sente-se a falta de uma tecla, um ícone, um aplicativo importante. É o AMOR!
Tecle AMOR! Toque AMOR! Digite AMOR!
Se seu teclado não toca essa tecla, troque-o.
Comece sua mensagem com AMOR, recheie-a de AMOR e finalize-a com AMOR.

Nenhuma tecnologia, por mais avançada que seja é capaz de substituir o AMOR.
Somente o amor preenche todos os vazios deixados pela ciência e tecnologia, pois AMOR nunca foi, nunca é e nunca será demais.

Cultive o AMOR, e coloque Cristo em seu coração. O tempo do Natal nos mostra o caminho.

Seja você o melhor presente de Natal para sua família.

Feliz Natal! Muita paz e muito AMOR!

Postado por Michel Abou Assali


18 dezembro, 2014

10 dicas para fugir das gafes durante as festas no trabalho


     Olá, gente...

     Com a chegada do fim do ano chegando, são muito comuns as festas de confraternização, amigo oculto e demais formas de comemorações, ocupam o centro dos comentários e planejamentos das diferentes instituições e empresas.
     Porém, tais momentos podem passar da alegria ao constrangimento em função de situações de comportamentos inadequados dos participantes e ou convidados.
     Atualmente, com a rápida divulgação de imagens, fotos e comentários pelas redes sociais, a festa da empresa não tem fim no horário estabelecido pois tem continuidade virtual. E aí que mora o perigo do “day after - dia  seguinte”, quando as fofocas eletrônicas podem ocasionar situações desagradáveis e indesejáveis aos comensalistas da festa.
     Pâmela Kometani ,do G1, ouviu as especialistas  Danielle Borin, Romaly de Carvalho. e Luciana Ulrich sobre assunto e organizou uma lista de 10 dicas e cuidados a serem observados nas festas de final de ano as quais compartilho com vocês. 

1) Beber todas
Beber demais já não é uma atitude muito indicada normalmente, ainda mais durante a festa ou confraternização da empresa. O funcionário pode se empolgar com a oferta de bebidas e passar da conta, e o resultado será um grande vexame. "Beber com moderação pode evitar situações constrangedoras", alerta Danielle.

2) Falar mal da empresa e de colegas ou cobrar feedbacks
"É constrangedor aproveitar a oportunidade para dar feedback ou tirar a limpo situações delicadas", afirma Danielle. Falar mal da empresa, de colegas de trabalho ou do chefe também são assuntos vetados.

3) Comer como se fosse a última ceia
A maioria das confraternizações tem um cardápio muito atraente, com diversas opções, mas isso não justifica uma 'corrida' para colocar tudo no prato e comer como se fosse a última refeição da vida. "O mais indicado é comer em porções pequenas e repetir quantas vezes quiser", afirma a consultora de imagem e especialista em etiqueta empresarial Romaly de Carvalho.

4) Roupa inadequada
Segundo todas as especialistas, os profissionais não devem abusar na hora de montar o 'look' da festa ou confraternização de fim de ano. Roupas menos formais são bem-vindas, mas nada de usar roupa de balada ou de casamento, por exemplo. "O profissional deve se destacar pela sua elegância e competência e não pela roupa errada", afirma Luciana.

5) Cobertura em tempo real
Os profissionais podem postar fotos da festa nas redes sociais, mas sem exageros. Não é necessário fazer uma cobertura em tempo real, com imagens de tudo o que acontece e de todos que estão presentes. De acordo com Romaly, o colaborador não deve postar saber se quem está na imagem quer aparecer na internet. Fotos de colegas de trabalho com copos na mão ou dançando não são indicadas.

6) Paquerar demais
"O profissional deve se lembrar que mesmo sendo uma festa, um momento de descontração, ele está no seu ambiente de trabalho e tem que manter sua postura profissional", afirma Luciana. Os colaboradores podem 'se conhecer melhor', mas os outros passos para um possível relacionamento devem ser dados fora do trabalho.

7) Puxar saco do chefe
Puxar o saco não é uma boa prática em qualquer situação e na confraternização de fim de ano a situação não muda. O profissional pode falar com o chefe ou com colegas que tem menos contato, mas não deve usar a situação para tentar se promover ou 'aparecer' para a chefia. "Aproveite para interagir com seus colegas, falar de assuntos que não sejam de trabalho", diz Luciana.

8) Dançar como se não houvesse amanhã
Todos podem se divertir na festa, mas o funcionário sempre deve lembrar que tudo o que foi feito será lembrando pelos colegas no dia seguinte. Dançar como se estivesse na balada ou em um churrasco com amigos não são as melhores opções. "Os bons modos e o bom senso devem sempre prevalecer", afirma Romaly.

9) ‘Forçar a amizade’ com desconhecidos
Muitos profissionais aproveitam a confraternização para fazer networking e conhecer melhor colegas que não são tão próximos. Essa atitude é ótima e pode até promover saltos na carreira futuramente, mas não justifica forçar uma aproximação ou uma conversa. "Tem que saber o que falar. A pessoa pode ser simpática, cumprimentar e falar sobre o que faz na empresa", ressalta Romaly.

10) Levar ‘convidados’ que não foram chamados
Somente devem comparecer as pessoas que foram realmente convidadas. Danielle lembra que o funcionário deve seguir o que o convite especificar. "Se a família do profissional foi convidada, ele pode levar sua esposa ou marido e filhos, mas nada de levar mais pessoas, como sogra, sobrinhos e amigos", alerta Luciana.

Tem algum comentário sobre o assunto? Encaminhe em "comentários", abaixo ou no quadro verde à direita.


Postado por Michel Assali

10 dezembro, 2014

Dizer "NÃO" nas relações de trabalho!


Olá, gente...

Muitos já devem ter ouvido um velho ditado que diz mais ou menos o seguinte: “Se você quer algo feito passe para uma pessoa ocupada.”

É bem verdade, pois existe um argumento de que as pessoas ocupadas realizam e executam seu trabalho coma maior eficácia e eficiência. Porém, não podemos nunca esquecer que passar mais atividades para uma pessoa ocupada é conduzi-la para uma sobrecarga de trabalho, acarretando em fadiga e estresse, o que não seria justo.

Isso também acontece quando você desenvolver uma reputação de ser sensível, atenciosa ou atencioso, ou ainda, generoso ou generosa. Com certeza, uma montanha crescente de solicitações irá aparecer no seu caminho, atolando-o de trabalho.

É o momento de saber dizer  NÃO !.

Convém aqui, citar um expoente da Gestão de Pessoas, Warren Buffett  que diz: " A diferença entre as pessoas de sucesso e pessoas muito bem-sucedidas é que as pessoas muito bem-sucedidas sabem dizer NÃO a quase tudo."

No meu caso particular dizer “não” não é assim uma tarefa fácil. Tenho dificuldades em recusar, porém é preciso que os mais jovens possam exercitar essa prática sem causar melindres ou problemas nos relacionamentos. Para algumas pessoas, isso pode parecer fácil. Para outras e particularmente para mim é um pouco mais complicado, principalmente se o “não” ocorrer em momento errado com a pessoa errada.

Porém, eu aprendi que há uma grande diferença entre agradar e ajudar as pessoas. E aprendi que existem muitas formas de negar um pedido sem colocar em risco os relacionamentos  e contribuir para o desenvolvimento da demanda solicitada.

Diz ainda, Buffet: “Dizer não em determinadas situações, deixa a pessoa mais livre para dizer “sim” em momentos mais importantes.”

Na pesquisa sobre o tema deparei com sugestões de frases de efeito que contribuem para o exercício do “não”, sem provocar catástrofes interpessoais.  Convém ressaltar que tais frases nunca serão a solução de uma situação, considerando uma série de circunstância, sejam elas de ordem moral e ética.

Vejamos:
1-      O deferimento: "Estou super-lotado agora, mas sinta-se livre para dar prosseguimento"
2-      O encaminhamento: "Eu não estou qualificado para fazer o que você está pedindo. Sugiro procurar fulano...”
3-      A introdução: "Eu conheço alguém que pode ser muito mais útil."
4-      A triagem: "Encontre meu colega, que dispões de um bom tempo para conversar sobre o assunto."
5-      A ponte: "Converse com fulano. Vocês dois estão trabalhando em direção a objetivos comuns"
6-      O grupo: "Tem mais gente com os mesmos questionamentos. Então vamos conversar juntos e marcar uma reunião"
7-      Demais relacionamentos: "Se eu parar para te ajudar agora estaria deixando os outros para trás."
8-      Desculpa difícil: “Lembre-se: É sua oportunidade de aprendizagem.”

E por aí vai... Não tão fácil assim.

Não acredito muito em frases de efeito para negar uma solicitação. Porém os especialistas da área de gestão de pessoas, enfatizam essa prática visando a melhor performance do gestor e a obtenção de eficácia e eficiência no trabalho realizado.

E você sabe dizer “não”? Encaminhe suas sugestões!

Postado por Michel Assali

30 novembro, 2014

Saborosa forma de ensinar, péssima forma de aprender


Olá, gente...

             Recebi e compartilho com vocês, o artigo Saborosa forma de ensinar, péssima forma de aprender de Celso Antunes, tratando da questão do modelo e concepção de ensino e sua influência no modo de ensinar.

            Diz-nos, o Professor Celso no seu artigo:
  “A aula expositiva sempre foi e sempre será uma gostosa maneira de ensinar, pois permite ao professor transmitir a mesma mensagem para muitos, impõe a tirania do discurso, enaltece a vaidade de sentir-se proprietário do saber e do conhecimento. Como não enaltece o protagonismo, obriga a plateia à onipresença do silêncio e, de tantas vezes repetidas, impõe a quem pensa que ensina uma rotina que, quando ocasiona cansaço, é apenas o esgotamento físico de se falar inutilmente a mesma coisa, inúmeras vezes. Mas, se esse sistema de aula tão popular e antigo é sinônimo de conforto ao emissor, representa a pior maneira de aprender, desde quando foi possível observar a mente humana em processo de transformação causada pelo conhecimento.

O que aqui se afirma não representa opinião pessoal de quem sempre foi inimigo dessa estratégia hostil. Estudos neurológicos que celeremente avançam mostram que a exposição de alunos a repetidos discursos nada representa para sua cognição e inteligência e significa muito pouco para a memória e a materialização do aprender em fazer.

A aula expositiva é saboroso conforto para professores que odeiam se transformar, mas é, ao mesmo tempo, galopante frustração para alunos que buscam se transformar. Se, por exemplo, um professor dividir seus alunos em três grupos, sugerir ao primeiro que insista em repetir um conceito muitas vezes, propor ao segundo que imagine esse mesmo conceito envolvido em ações cotidianas do dia a dia, solicitar ao terceiro que busque transformar o conceito em imagens, como se o assistisse em um filme ou novela, e, depois de algum tempo, avaliar o desempenho de cada grupo, repetindo essa avaliação em uma semana e, depois, em um mês, descobrirá que o primeiro grupo apresentará resultado pífio e memória apagada em detrimento do poder de conexões e domínio de memorização dos demais grupos.
Experiências como essas não são inéditas. Encontram-se ao alcance e foram realizadas em lugares de todo o mundo, com alunos de todas as idades. Diante da cristalina certeza das vantagens dos segundo e terceiro grupos em relação ao primeiro, descobre-se a inutilidade enervante da aula expositiva e a solene e incontestável superioridade da aprendizagem pelos caminhos da imaginação ou do domínio perceptivo ocasionado pelo exercício da contextualização. E, então, onde fica o professor em tudo isso?

A resposta é simples: escorado na comodidade da ação saborosa que não serve para coisa alguma ou apoiado pela certeza de que ensina a pensar, imaginar, transferir e se transformar. O que vale mais? Ser inútil e não ajudar ninguém a nada ou descobrir sua identidade e semear o saber?”

Que opinião você tem sobre o assunto?

Encaminhe seus comentários.

Postado por Michel Assali

24 novembro, 2014

Ensinar a pescar?


Olá, gente...

Certamente, você já ouviu este velho ditado antes: 

“Dar a um homem um peixe e você o alimentará por um dia; ensinar um homem a pescar e você o alimentará por toda a vida.”

Você pode até estar balançando a cabeça em concordância agora.
Facilmente apelamos a esse ditado para explicar e justificar uma série de situações vividas nas relações sociais, sejam no trabalho,  na família e também na educação.

Porém cabe aqui uma pequena reflexão sobre esse lema.

Vejamos:
 Quando uma pessoa está com muita fome, todo seu corpo e órgãos fisiológicos estão voltados para suprir as necessidades vitais. Nessa situação qualquer aprendizagem , seja ela autônoma ou heterônoma, torna-se impossível ou impraticável, por se tratar de um momento de suprir necessidades básicas.
Numa situação desse tipo torna-se muito difícil à pessoa a capacidade de raciocinar e pensar com maior clareza. Ou seja, para alguém nessa situação de desequilíbrio, de nada adianta o “ensinar a pescar”, pois é fundamental que se forneça o “peixe”.

Numa situação de necessidade extrema, seja no campo da sobrevivência seja nas relações pessoais, envolvendo incertezas, ansiedade, depressão e outros males sociais, a ajuda deverá ser para o imediato (dar o peixe), visando como objetivo o restabelecimento do equilíbrio do indivíduo.
Somente depois dessa investida de ajuda é possível a reorganização para que esta construa e assuma seu projeto (ensinar a pescar), pois, para que a aprendizagem se estabeleça é necessário que a pessoa esteja em condição satisfatória dede equilíbrio físico e mental.

Isso também se aplica a setores administrativos, como por exemplo, quando se deseja evitar a quebra ou a falência de empresas e instituições.

Muitas vezes as pessoas se esquecem desse aspecto do senso comum e buscam oferecer ajuda  movidas pela razão, tentando “ensinar” sobre o que deveria ser feito se estivesse no lugar dela, justificando o ditado em questão. Mas, ela não esta na mesma situação do outro. Não fazemos ideia do como a pessoa se sente em situações de desequilíbrio.

Faz muito mais sentido ajudá-las a recuperar o seu equilíbrio. Uma vez que isso acontece, quando for restabelecido seu equilíbrio, olhos, ouvidos, coração e mente esteja aberta, encontraremos a oportunidade para ensinar uma nova habilidade.

Pense sobre isso e encaminhe seus comentários.


Postado por Michel Assali

12 novembro, 2014

Liderança segundo Jack Welch



Olá, gente...

Jack Welch é um dos CEOs  mais admirado do mundo e o líder de negócios mais influente de nossa era.  Ele é um dos grandes nomes citados quando o assunto é liderança com prestígio mundial. Ficou 20 anos à frente da General  Electric, empresa na qual desenvolveu líderes em todos os níveis.
Embora tenha atuado exclusivamente no mundo corporativo, muitas de suas lições sobre liderança podem ser perfeitamente adaptadas à Gestão Educacional, principalmente nesse início de século onde as relações humanas ganharam evidência em todos os setores da sociedade.

         Confira aqui as oito máximas de Welch para quem deseja desenvolver sua habilidade de liderança:

        As máximas da liderança segundo Jack Welch

- Líderes valorizam a sua equipe incessantemente, usando cada encontro como uma oportunidade de avaliar e orientar as pessoas e construir autoconfiança.
- Líderes certificam-se de que as pessoas não apenas conheçam a visão, mas vivam e respirem a visão.
- Líderes penetram na pele das pessoas, emanando energia positiva e otimismo.
- Líderes estabelecem confiança com franqueza, transparência e crédito.
- Líderes têm coragem para tomar decisões impopulares e emocionais.
- Líderes sondam e pressionam com uma curiosidade que beira o ceticismo, certificando-se de que suas perguntas sejam respondidas com ações.
- Líderes inspiram, por meio do seu exemplo, a assunção de riscos e o aprendizado.
- Líderes comemoram.

Você tem algum comentário sobre o assunto?
Encaminhe!


Postado por Michel Assali

Vídeos para Pesquisa: O que é avaliação?

video

Olá, gente...

Compartilho com vocês um conjunto de vídeos sobre avaliação, dedicados especialmente aos professores, gestores e pesquisadores sobre o tema.

O que é a avaliação? 
Primeiro programa da série da TV Escola Avaliação e aprendizagem. 
Via Domínio Público

Sinopse 
A série trata das diversas metodologias utilizadas para avaliar o aprendizado dos alunos: avaliação diagnóstica, formativa e somativa. Mostra que não há um modelo a ser seguido. É preciso desenvolver um processo de avaliação de acordo com o projeto político pedagógico da escola. A série também levanta questões como "O que é avaliação? Por que avaliar? O que e como avaliar?", além de abordar critérios para a construção do processo de avaliação e as dificuldades cotidianas encontradas para implementar uma nova cultura avaliativa. 

Ficha Técnica Direção e roteiro: 
Bebeto Abrantes Realização: TV Escola / MEC. Brasil, 2002 Duração: 
1. O que é a avaliação? (13'37") 
2. Ciclo de aprendizagem e avaliação (16'00") 
3. Avaliação e contexto social (15'00") 4. Projetos educacionais e avaliação (21'00")

Gostou do assunto? Encaminhe seus comentários.

Postado por Michel Assali

07 novembro, 2014

Como evitar a síndrome de "apagar incêndios" nas organizações e instituições


Olá, gente...

Recebi um excelente material sobre Gestão o qual faço questão de compartilhar com vocês, principalmente se você atua na gestão educacional ou empresarial. Esse material foi postado no site http://www.hmdoctors.com/

Além de interessantes, algumas das sugestões poderão ser analisadas e adaptadas ao sua prática cotidiana e pertinente às instituições e organizações.

Confira!

“Na maioria das organizações há momentos em que se faz necessário “apagar incêndios”. Isso pode ser visto, sobretudo quando há mudanças nas gerências ou diretorias, onde os gestores entram na organização praticamente com uniforme e capacete, capitaneando o “corpo de bombeiros” da instituição.
Por vezes isso, infelizmente, é inevitável, porém, de forma alguma, essa situação pode ser considerada normal e virar uma rotina, se acomodando a ela.
O caos instalado deverá ser controlado e depois bem gerenciado para chegar a implantar uma gestão planejada e estratégica.
Esta síndrome se torna presente, quando não há uma abordagem sistemática na resolução de problema que surgem no dia-a-dia, geralmente as soluções são provisórias, você só tem tempo para decidir qual tarefa irá fazer e qual irá adiar, sendo que por vezes nem você mesmo sabe por que está fazendo isso ou aquilo,
Dessa forma, você sempre tem mais coisas para fazer, problemas e gargalos, até virar uma grande e incontrolável “bola de neve”, que somente irá manter o processo em funcionamento, mas sem direção, e com uma alta dose de esforços e desgaste humano e financeiro.
A organização que convive com a síndrome de “apagar incêndios”, geralmente apresenta um conjunto de sintomas, que são:
- Não há tempo para resolver todos os problemas;
- As soluções são incompletas e/ou provisórias, apenas os aspectos superficiais são resolvidos;
- Os problemas reincidem e muitas vezes “transbordam”: soluções incompletas fazem com que velhos problemas reapareçam ou criam novos problemas;
- A urgência precede à importância: esforços aprofundados para resolução de problemas e atividades de longo prazo são frequentemente interrompidos ou adiados, pois os “incêndios” tem que ser apagados;
- E também, muitos problemas tornam-se crises: os problemas “fermentam”, até que explodem, muitas vezes um pouco antes de um prazo final importante.
                Se você já percebeu que sua instituição tem alguns desses “sintomas”, cuidado! Pode estar a caminho de uma “doença grave”, que se não tratada a tempo, pode levar à falência. Tudo isso se retrata, na maioria das vezes, com a demissão do gestor responsável que aceita conviver com essa realidade.
Apesar disso, saiba que existem vários métodos para prevenir, combater e impedir, com eficácia, que a síndrome de “apagar incêndios”, se torne presente no dia-a-dia da organização. Esses são os métodos táticos, estratégicos e culturais.
Agora vejamos como podemos evitar que tudo isso se torne uma “doença”, presente em muitas empresas atualmente, e não podemos descartar a nossa área de atuação, de saúde.
No método tático, podem ser usados, temporariamente, funcionários solucionadores de problemas. Quando a quantidade de problemas a serem resolvidos aumenta significativamente, contratar pessoas temporárias e bem qualificadas é uma boa opção. Se você não sabe por onde começar, significa que ainda não tem um “diagnóstico” completo da situação, só sente “dores”, nesse caso contratar um consultor experiente pode ser sua melhor saída.
Admitir claramente que alguns problemas não podem ser resolvidos pela equipe atual, permitirá fazer uma boa triagem, para decidir quais recursos serão remanejados para a resolução do problema. Dessa forma também podemos nos antecipar aos novos problemas, identificando-os na primeira vez que eles aparecem.
No método estratégico, se deve solucionar um conjunto de problemas da mesma ordem, e não problemas individuais. Quando possível, agrupar problemas aparentemente divergentes. Depois, determinar um conjunto de causas subjacentes e, por fim, aprender sobre essas causas.
Implementar  “linhas de aprendizado”, que nada mais são linhas acrescentadas ao processo de produção para maximizar a solução de problemas, juntar dados, realizar experimentos de diagnósticos, examinar processos problemáticos e possíveis soluções,
No métodos cultural, não se deve tolerar soluções provisórias. É importante que os gestores saibam distinguir soluções “quebra galhos” de soluções reais e definitivas.
Aqui é importante saber que não se deve exigir prazos para serem cumpridos a qualquer custo, justamente esta exigência propicia soluções “apaga incêndios”. O importante é que a organização estabeleça metas lógicas e reais, sendo flexível em relação aos prazos e meça o desenvolvimento do trabalho em termos de problemas pendentes e soluções implantadas.
Esses são alguns métodos, que nós gestores, precisamos adotar, para evitar ter que “apagar incêndios” a todo o momento na organização em que atuamos.
Agindo assim, estaremos sempre levando o nome da organização a um nível mais elevado, aumentando assim o prestígio da mesma, e consequentemente fazendo com todos tenham um crescimento a olhos vistos.””

Tem alguma sugestão ou comentário sobre o assunto? 
Encaminhe para compartilhar!


Postado por Michel Assali

21 outubro, 2014

Análise SWOT - Ferramenta de gestão


Olá, gente...

Sabemos que a Gestão Educacional teve origem na Administração Geral e, à medida que os conhecimentos da Filosofia, Sociologia e Psicologia evoluíram, seus impactos afetaram sensivelmente a Pedagogia, a educação e a visão do processo ensino-aprendizagem.
Porém, alguns conhecimentos da Administração podem e até devem ser utilizados e adaptados para a Gestão Educacional visando a avaliação institucional e a tomada de decisão.

Uma das ferramentas muito interessantes para a gestão é a Análise do SWOT.
A Análise SWOT não tem um criador definido, mas muitos acreditam que ela tenha sido desenvolvida na década de 1960, por professores da Universidade Stanford, a partir da análise das 500 maiores empresas dos Estados Unidos. Portanto, como qualquer outra ferramenta considerada clássica na administração, a Análise SWOT também foi pensada considerando o contexto da grande empresa e, posteriormente, passou a ser adotada também em outras situações, como em empresas de menor porte e em instituições educacionais.



Ferramenta para tomada de decisão e formulação de estratégia sendo a base para a elaboração do planejamento estratégico a Análise SWOT usa uma planilha para coletar informações de pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças no ambiente interno e externo à instituição.

“Se conhecemos o inimigo (ambiente externo) e a nós mesmos (ambiente interno), não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se nos conhecemos, mas não ao inimigo, para cada vitória sofreremos uma derrota. Se não nos conhecemos e nem ao inimigo, sucumbiremos em todas as batalhas”  (Sun Tzu)

Significados envolvidos:

- Strengths (forças) - vantagens internas da instituição em relação às concorrentes. Ex.: qualidade do serviço ou produto oferecido, bons controles e acompanhamentos internos, organização financeira, etc;

- Weaknesses (fraquezas) - desvantagens internas da instituição em relação às concorrentes. Ex.: altos custos dos serviços ou produção, imagem ruim na comunidade, instalações inadequadas ou obsoletas, nome ou marca fraca, etc;

- Opportunities (oportunidades) – aspectos externos positivos que podem potenciar a vantagem competitiva da instituição. Ex.: mudanças nos hábitos da clientela ou comunidade, concorrência fraca, etc;

- Threats (ameaças) - aspectos externos negativos que podem por em risco a vantagem competitiva da instituição. Ex.: novas instituições instaladas na região, perda de profissionais importantes, etc.

Tem algum comentário?
Encaminhe acessando o quadro "recados rápidos" ao lado direito da página.

Postado por Michel Assali


14 outubro, 2014

Feliz Dia do Professor!


Olá, gente...
Dia do Professor. Pensei na data...
Penso no papel, na importância, no trabalho, na reflexão, no fazer e no ser docente no mundo de hoje.
Ser professor é privilégio de poucos.
Por quê?
Porque professor é um ser...

Sublime, por ser repleto de paixão:
Intenso, por ocupar parte do trabalho além do horário;
Necessário, por que a sociedade não tem substitutos para seu trabalho;
Dedicado, por se faz necessário à profissão;
Lógico, porque precede de trabalho científico;
Imenso, pois seu trabalho não pode ser medido por técnicas convencionais;
Fundamental, por que não se compara à nenhuma das tecnologias;
Paciente, por lidar com relações humanas e seus conflitos;
Digno, pela nobreza ímpar de seu trabalho;
Eterno, por continuar sua vida na mente dos aprendizes;
Divino, por inspirar o coração de seus alunos.

Parabéns professores e professoras pelo seu dia.
Feliz Dia do Professor!


Postado por Michel Assali
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