EDUCADORES
28 maio, 2014
Avaliação docente
Olá, gente...
Compartilho com vocês o depoimento de Antonio Nóvoa, a respeito da avaliação docente durante sua participação na Educar 2014, São Paulo.
O vídeo é cortesia da Revista Educação e divulgado pelo Youtube.
Acompanhe.
"A avaliação docente deve ser, sobretudo, uma avaliação feita pelos outros professores e não por critérios produtivistas e quantitativistas~, opina o educador português Antonio Nóvoa.
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Postado por Michel Assali
21 maio, 2014
Não deixe que a escola te ensine...
Olá, gente...
Gostaria de
compartilhar com vocês o texto abaixo da autoria de Renato Carvalho, o que considero importante e impertinente.
Carta à minha
filha: Não deixe que a escola te ensine.
“Clarice querida,
O mundo está mudando
rápido. Bem mais rápido que as nossas escolas. Há tantas delas que ainda não
perceberam que este mundo internético em que hoje vivemos é radicalmente
diferente do mundo desconectado de algumas poucas décadas atrás e que nossa
Educação agora pode e precisa ser muito melhor.
Grandes ideias não faltam: escolas na nuvem
na Índia, aulas sem turmas nem professores em
Portugal, salas-de-aula invertidas nos Estados
Unidos, brinquedos que
ensinam crianças a programar computadores na Inglaterra, milhares de pessoas do mundo todo fazendo juntas
cursos de nível superior!
Mas é preciso querer ver a necessidade de mudar, e isso demora. Por mais
que eu esteja otimista, não acho que os anos que te restam na escola sejam
tempo suficiente para essa onda de renovação se espalhar pelo Brasil e chegar à
tua sala-de-aula.
Vai ser por pouco… Você é parte da última geração de alunos da escola do
passado. Ou seja, alunos de um modelo de educação igualzinho ao que eu tive, e
que também foi o mesmo dos teus avós, teus bisavós, teus trisavós…
Mas se não dá para evitar que as manhãs da tua infância sejam gastas em
aulas chatas e desestimulantes, você pode pelo menos ficar alerta aos defeitos
desse modelo. Assim, enquanto você aproveita o que a escola pode te oferecer de
bom, vai conseguir impedir que ela te ensine algumas coisas que a mim custaram muitos anos para desaprender.
Não deixe que a escola
te ensine que conhecimentos podem ser compartimentados, separados em caixinhas,
isolados uns dos outros.
Na escola do passado, a matemática acaba quando começa a física e a
geografia acaba quando começa a história. No mundo, há biologia no esporte,
matemática na música, história na literatura, gramática na programação de
computadores… Por isso, depois de ver algo de perto, dê sempre um passo para
trás, perceba as relações, enxergue o todo.
Não deixe que a escola te ensine que alguns conhecimentos são mais
importantes que outros.
Na escola do passado, para cada aula de artes há duas de geografia e
para cada uma de geografia há duas de matemática. Música, artes plásticas,
esportes, religião, filosofia são tratados como matérias de “segundo time”.
Quantos grandes artistas e esportistas foram vistos como maus alunos e forçados
a abandonar seus talentos porque o conhecimento que lhes interessava não era o
mesmo que interessava à escola! Persiga teus interesses mesmo que eles não
interessem a mais ninguém.
Não deixe que a escola te ensine que há um momento específico para
aprender cada coisa.
Na escola do passado, quem não consegue acompanhar a turma é tido como
um fracassado e quem quer avançar mais rápido é freado, impedido. Ela exige que
todos aprendam o mesmo ao mesmo tempo. Mas as pessoas não são todas iguais.
Você pode ter mais facilidade que os colegas em um determinado assunto e menos
em outro. Não deixe que te empurrem nem que te segurem. Respeite teu próprio
ritmo de aprendizado.
Não deixe que a escola te ensine a decorar.
Ao contrário, esqueça tudo que puder. O homem dominou o planeta porque
foi capaz de fabricar ferramentas que estenderam os limites das nossas mãos e
pés. Agora, fomos ainda mais além e fabricamos ferramentas que estendem os
limites do nosso cérebro. Não precisamos mais desperdiça-lo usando-o como um
depósito de nomes, datas e fórmulas; hoje podemos aproveitar todo o potencial
dele para analisar, criticar e refletir o mundo de informações que podemos
acessar com um clique. A Internet é o teu HD, o cérebro é o teu processador.
Não deixe que a escola te ensine a te contentar com pouco.
Na escola do passado, as consequências de tirar nota 10 ou nota 7 são as
mesmas. O aluno excelente passa de ano da mesma forma que o mediano, com, no
máximo, um elogio da professora. Assim, aos poucos os alunos vão ficando
satisfeitos em “passar por média”. Nunca fique contente com a média. Dê teu
melhor sempre, em tudo o que fizer (inclusive nesses poucos anos que ainda te
restam na escola do passado). No mundo, ao contrário da escola, a excelência
faz muita diferença.
Não deixe que a escola te ensine a acreditar que ela é suficiente.
A escola do passado lamentavelmente abdicou da missão de preparar os
alunos para o futuro e se limita a tentar prepará-los para o vestibular ou o
ENEM. Mas a tua vida produtiva começa exatamente depois desse ponto e para ser bem
sucedida nela você precisará de muito mais do que ciências, matemática,
português, história e geografia.
O futuro vai exigir que você tenha uma boa
noção dos teus direitos e deveres para cumprir teu papel de cidadã, conheça um
pouco de economia para saber gerenciar teu dinheiro, aprenda sobre
empreendedorismo para fazer tuas ideias virarem realidade, tenha consciência
global para compreender teu lugar no mundo, domine a Internet enquanto
ferramenta de comunicação e muito mais. Há muitos conhecimentos que não estão
na escola. Procure-os onde estiverem.
Não deixe que a escola te ensine que provas são capazes de medir a tua
capacidade e inteligência.
A história está repleta de gênios que foram tidos como maus alunos. Eles
eram considerados incapazes nas suas escolas porque estavam à frente delas e,
portanto, não podiam ser medidos pelos seus testes. As provas da escola do
passado servem para provar quem está mais adequado ao mundo do passado.
Não deixe que a escola te ensine que você não tem nada a ensinar.
Na escola do passado os alunos são separados em séries de acordo com
suas faixas etárias e isso praticamente impede a interação entre idades
diferentes. Colegas um pouco mais velhos têm muito a te ensinar e, o que é
ainda mais importante, os mais novos têm muito a aprender contigo. E ensinar é
a forma mais eficiente de aprender. Quando um professor detém o monopólio do
ensino, ele te rouba inúmeras oportunidades de aprender ensinando e ensinar
aprendendo.
Não deixe que a escola te ensine que errar
é ruim.
Provas fazem isso o tempo todo, sem que os alunos percebam. Do jeito que
são feitas, elas servem apenas para apontar e punir nossos erros e desperdiçam
a oportunidade de nos ajudar a aprender com eles. O resultado é que aos poucos
vamos nos acostumando a não arriscar e a evitar erros a todo custo. Não há nada
pior para o aprendizado do que o medo de errar. Erre! Erre de novo! Erre à
vontade. Erre quantas vezes forem necessárias até acertar.
Não deixe que a escola te ensine a ser apenas consumidora de ideias.
A escola do passado se limita a ruminar as ideias dos outros.
Diariamente, aula após aula, os alunos mastigam, engolem e digerem um enorme
cardápio de informações. Não há nenhum espaço para que eles gerem conhecimento,
produzam pensamentos, criem ideias, somem.
Os alunos são tratados como se
fossem incapazes disso e logo se convencem dessa incapacidade. O mundo do
futuro é o mundo da troca. Nele, os bem sucedidos não serão os que forem
capazes de acumular mais ideias, mas os que forem capazes de distribuir mais.
Escreva, desenhe, cante, dance, filme, blogue, fotografe, pinte e borde. Crie,
produza, pense, gere, compartilhe.
E o mais importante de tudo, minha filha: não deixe que a escola te
ensine que aprender é a mesma coisa que ser
ensinado.
Toda criança nasce uma esponjinha de conhecimento ávida para
absorver os comos e os porquês de tudo que vê. Essa curiosidade sem fim,
essa fome de aprender costuma durar até o exato momento em que ela passa pela
porta da sala de aula da primeira série da escola do passado.
É nesse momento
que as crianças são convencidas que aprender não é experimentar, sentir e sujar
as mãos de terra ou tinta, como faziam até agora, mas sim sentar
silenciosamente em cadeiras alinhadas e ser ensinado por um professor que é o
dono de todo o saber e que decide sozinho a hora de começar e de parar de
estudar cada assunto.
O aprendizado não vem mais da interação da própria criança com o objeto
que ela está conhecendo. Agora, ele é “transferido”. A criança não faz mais
perguntas, ouve respostas. A busca do conhecimento não começa mais nas
interrogações dos alunos, mas nas afirmações do professor; o estudo não mais se
inicia na curiosidade, mas na autoridade. A criança não está mais no comando do
seu aprendizado, ela não é mais um sujeito ativo no ato de aprender, é um
sujeito passivo do ato de ensinar do professor.
Em resumo, a criança não mais
aprende, é ensinada. Não abra mão da direção da tua vida. Viver é aprender e
você tem autonomia (ou seja, a liberdade e a responsabilidade) para decidir o
que aprender e, portanto, como viver. Não a ceda a ninguém.
Se você conseguir impedir a escola de te ensinar essas coisas, vai
acabar descobrindo que vida escolar é diferente de vida de aprendizado. E
então, terá a vida inteira para desfrutar dessa incrível Era do Conhecimento
que está apenas começando.
Te amo.
Teu pai.”
Postado
por Michel Assali
13 maio, 2014
Teoria U - Um caminho para a inovação e liderança
Olá, gente...
A teoria U propõe uma nova maneira de lidar com a realidade
que está surgindo. Conhecida como uma tecnologia social, sua intenção é
preparar os líderes para os tantos desafios que começam a aparecer e envolvem o
bem-estar do planeta e das futuras gerações.
Segundo o autor Otto Scharmer, professor do MIT –
Massachussets Institute of Technology, as soluções para os novos desafios já
estão dentro de cada um de nós, mas precisamos abrir nosso coração para nos
darmos conta delas e as colocarmos em prática, desafiando, inclusive, o que nos
era dado como certo até então.
As mudanças devem envolver atitudes, formas de consciência
social e meios de cooperação.
"Num nível pessoal, a Teoria U ajuda as pessoas a
acessarem o que há de mais autêntico em si. E isso pode ser expandido para o
nível das organizações. Ficamos mais conscientes das experiências de liderança
que estamos tendo em nossas vidas e podemos compartilhá-las", diz Otto.
Ele observa que praticamente todas as organizações nas
mais diversas partes do mundo enfrentam as mesmas dificuldades: a de colocar
juntas todas as questões importantes e trabalhar com todas de maneira
interligada – como um ecossistema – e a de fazer a transição de um
aprofundamento individual para o diálogo, e do diálogo para a busca de soluções
criativas. "A Teoria U nos ajuda a lidar com esses desafios de
liderança".
Sua metodologia consiste em se aprofundar e se abrir
para algumas questões, se conectar com a realidade de uma maneira mais
profunda, com inteligência e um desejo verdadeiro de transformação e, a partir
disso, emergir com transformações. Esse movimento se assemelha ao desenho da
letra U, daí o título do livro.
Otto atribuiu o sucesso de sua publicação ao fato de
que os desafios que enfrentamos hoje não poderão ser resolvidos com as soluções
convencionais que tínhamos até agora, sendo necessário apostar na colaboração
entre diferentes atores. "Os problemas serão resolvidos por pessoas reais
e não por processos", afirma.
A Teoria U já é utilizada no Brasil pelo Instituto
Ethos, no Grupo de Referência de Empresas em Sustentabilidade, e por empresas
como Petrobras e Grupo Santander.
Fonte: Planeta sustentável.abril.com.br
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Postado por Michel Assali
07 maio, 2014
Gestão e mudanças
Olá, gente...
Qualquer que seja a instituição,
pública ou privada, tem exigido dos seus funcionários ou colaboradores ações e
atitudes inovadoras que produzam as mudanças necessárias ou muitas vezes,
sonhadas, por que não?
Entretanto, nesse sentido, o
campo das ideias é sempre mais fértil que o campo das ações. É exatamente no
ponto distal entre ideia e ação se faz necessária a presença da gestão, quer
seja pública ou privada.
Cabe ao gestor a difícil tarefa de
envolver as análises, reflexões e contextualização desses princípios, visando
reduzir a distância idéia-ação criando espaços favoráveis para as mudanças
necessárias.
Embora seja tarefa difícil, porém
não impossível, exige do gestor muito estudo e conhecimento para que tais
situações aconteçam, tendo em vista as resistências das pessoas e dos sistemas
às mudanças.
Para isso, alguns princípios
devem ser analisados pelo gestor interessado no assunto, tais como:
1-
Visão:
Conhecer
muito bem o
terreno em que pisa, seu passado, os indicadores relevantes sobre o problema e
a mudanças a serem implementadas para chegar onde quer.
2- Habilidades
Ter clareza e condições técnicas para criar uma equipe que dê conta de elaborar e implementar um projeto e um plano de trabalho contemplando todas as etapas necessárias às mudanças pretendidas.
2- Habilidades
Ter clareza e condições técnicas para criar uma equipe que dê conta de elaborar e implementar um projeto e um plano de trabalho contemplando todas as etapas necessárias às mudanças pretendidas.
3- Incentivos
Processos complexos de mudanças requerem incentivos adequados. É necessário motivar todos que estão envolvidos e que poderão influenciar no ritmo do processo de mudança. Promover um ambiente incentivador é característica dos grandes líderes. A falta de incentivos provoca lentidão da mudança.
4 - Recursos
Toda mudança exige recursos. Caso contrário corre-se o risco de ficar no campo das idéias. Os recursos podem ser humanos, tecnológicos ou financeiros. “De nada adianta termos visão do que queremos, habilidades necessárias para promover as mudanças, estarmos altamente incentivados, mas nos faltarem os recursos necessários. Entrar em processo de mudança sem ter os recursos fundamentais gera frustração e impede o alcance do objetivo.
5- Plano de Ações
Se pequenas mudanças exigem minimamente um plano, as mudanças mais complexas exigem um planejamento mais cuidadoso, bem elaborado e bem executado. Um Plano de Ações implica em detalhar todas as fases da mudança, elaborar um cronograma adequado, estabelecer metas mensuráveis, acompanhamento e avaliação. Sem um bom plano, corre-se o risco de desperdiçar tempo e não chegar a lugar nenhum.
GESTÃO DE MUDANÇAS - RESUMO
- VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = MUDANÇA
- FALTA DE VISÃO+ HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = CONFUSÃO.
- VISÃO + FALTA DE HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = ANSIEDADE
- VISÃO + HABILIDADES + FALTA DE INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = LENTIDÃO
- VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + FALTA DE RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = FRUSTRAÇÃO
- VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + FALTA DE PLANO DE AÇÕES = FALSO COMEÇO
- VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = MUDANÇA
- FALTA DE VISÃO+ HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = CONFUSÃO.
- VISÃO + FALTA DE HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = ANSIEDADE
- VISÃO + HABILIDADES + FALTA DE INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = LENTIDÃO
- VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + FALTA DE RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = FRUSTRAÇÃO
- VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + FALTA DE PLANO DE AÇÕES = FALSO COMEÇO
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Postado por Michel Assali
29 abril, 2014
Liderar e inspirar em momentos difíceis
Olá,
gente...
Existem
momentos em que o que planejamos não saiu como devia, as metas não foram
atingidas, as fraquezas se evidenciam. A equipe fica numa situação difícil onde
todos constroem suas justificativas ou pior ainda, buscam-se culpados pelos
erros e fracasso. Trata-se de um momento muito difícil onde as lideranças devem
agir com rapidez e coerência e consistência.
Fique atento ao que possa
vir:
É preciso conhecer as novidades tanto formais quanto legais, bem como os
critérios que desses aspectos são demandados. Isso é muito importante para
evitar aquelas “surpresas” desagradáveis. Identifique o próximo desafio ou meta,
da forma mais concreta possível, e envolva a equipe nele. Construa um plano de
ação coletivo, que possa conquistar a confiança de todos, dando uma razão para
seguir em frente.
Aprenda com os erros: Errar é humano e
acertar é ainda mais humano. Não tenha medo dos erros ou fracassos. São eles
que nos motivam a avançar e a aprender. Descubra os pontos fracos e ataque-os
imediatamente para que não se espalhem no interior da equipe.
Reforce os pontos
fortes:
Destaque os pontos fortes de sua equipe e invista neles, valorizando cada
aspecto. E faça isso rapidamente, enfatizando as qualidades de cada membro.
Faça das falhas pontos de motivação para novas aprendizagens.
Ouça: ouvir a equipe é
fundamental. Ouça mais os comentários, as observações, as críticas, os desejos,
os problemas, as propostas e sugestões. Converse e puxe conversa, ganhe
confiança e fale menos para ser ouvido.
Resolva: Pare de mandar e
lidere. Liderar é resolver. Portanto resolva os problemas ou peça soluções para
isso. Tem sempre alguém na equipe ou fora dela que tem sempre algo a contribuir
nas soluções de diversos problemas.
Renove os recursos e
procedimentos:
Analise os procedimentos e os recursos. Descarte o que não funcionou, corrija
os disponíveis e aperfeiçoe os que trazem resultados. Se possível integre-os o
quanto antes.
Reconheça o esforço
de todos:
Mesmo que não tenha atingido as metas esperadas, valorize o esforça de cada
membro da equipe. Destaque sempre os pontos positivos de cada um e estimule-os
à superação, pois todas as pessoas são dotadas desses aspectos.
Mantenha-se motivado: Dê exemplo.
Mantenha sua mente sempre com pensamentos positivos e motivadores. É possível
assimilar as perdas ou derrotas, levantar a cabeça e seguir em frente,
mostrando que a natureza humana é capaz de superar-se cada vez mais.
Você tem alguma
sugestão? Encaminhe seus comentários!
Postado por Michel
Assali
24 abril, 2014
Pesquisa on-line para alunos
Olá,
gente...
Um
dos aspectos relevantes do uso das pesquisas escolares on-line é a capacidade
dos alunos avaliarem criticamente as informações coletadas.
Além de incluir
habilidades de buscar, ler e interpretar as informações, é essencial avaliar o
nível de precisão das mesmas bem como sua confiabilidade e, dependendo do caso,
questões de preconceito.
Segundo
Julie Coiro, professora Adjunto da Universidade de Rhode Island, pesquisas
sobre o assunto com alunos adolescentes americanos sobre o material coletado
online, apontaram que:
- Alunos do ensino
fundamental estão mais preocupados com relevância de conteúdo do que com
credibilidade.
- O material coletado
raramente atende às características de origem, como autor, local ou tipo de
publicação para avaliar a confiabilidade e perspectiva do autor.
- Quando eles se referem
a recursos de origem e autoria em suas explicações, seus julgamentos muitas
vezes são vagos, superficiais e sem fundamentação justificada.
Outros
estudos destacam deficiências semelhantes de ensino médio e estudantes
universitários nestas áreas.
Diante
desses indicadores, torna-se fundamental a elaboração de um plano ou um programa
de intervenção educacional, visando subsidiar esse atividade escolar.
Seja por iniciativa de
uma área de estudos ou da escola como um todo, é fundamental que os educadores
reflitam sobre o assunto com vistas a elaborar ações e metodologias para tratar
da informação on-line.
Para
isso, e reinterpretando Julia Coiro, encaminho uma lista de estratégias para
usar ou adaptar às necessidades dos seus alunos, como uma sugestão de roteiro
ajudando-os a refinar sua capacidade de pensar criticamente durante a
realização de pesquisas on-line.
Perguntas
que o aluno deve fazer ao site pesquisado:
- É este o local
relevante para as minhas necessidades e propósito?
- Qual é o propósito
deste site?
- Quem criou a
informação neste site e o que é o nível de especialização de seu criador?
- Quando a informação
neste site foi atualizada?
- Onde posso ir para
verificar a precisão desta informação?
- Por que essa pessoa ou
grupo colocou esta informação na Internet?
- Será que o site
apresenta apenas um lado da questão, ou são múltiplas perspectivas prestadas?
- Como as informações e
/ ou imagens neste site são apresentadas pela posição do autor?
- Existe alguém que pode
ser ofendido ou magoado com as informações neste site?
- Há indícios de
preconceito?
- Como posso associar as
ideias do conteúdo do site para minhas próprias perguntas e interpretações?
Então, o que você pode
fazer para ensinar de forma mais explícita os adolescentes como para avaliar a
qualidade da informação on-line?
Quais os critérios que
você tem realizado para ajudar seus alunos a desenvolver o pensamento crítico
sobre a informação on-line?
Tem sugestões? Encaminhe
Deixe seus comentários.
Postado por Michel
Assali
15 abril, 2014
10 abril, 2014
Defesa da Escola
Olá, gente...
A função social da escola está
mudando?
O aprender a aprender reduzirá o papel da
escola na sociedade do conhecimento?
Num período em que o conhecimento
parece estar em toda parte, o docente da Universidade Pedagógica Nacional de
Bogotá, Carlos Ernesto Noguera-Ramírez, critica os movimentos que defendem a
aprendizagem fora das fronteiras escolares e diz que as instituições de ensino
devem se reinventar e resistir.
Confira a entrevista acessando o
endereço abaixo.
Encaminhe seus comentários a respeito do assunto.
Postado por Michel Assali
09 abril, 2014
Você é competente?
Olá, gente...
Você se considera competente no que faz?
Nunca se falou tanto em competência como nos dias atuais.
Competência do aluno, competência do professor, competência leitora e
escritora, etc.
Mas, o que é competência?
Vários autores definem o significado do termo. Porém uma
definição bem didática é a encontrada em um artigo escrito pelos professores da
USP Afonso Fleury e Maria Teresa Fleury, onde a competência é pensada como a
intercessão entre conhecimento, habilidade e atitude. Essas três dimensões
precisam se “misturar” para que possamos dizer que somos competentes em
determinada área.
Aprender sobre as três dimensões que compõem a competência é
importante para que se consiga trabalhar na direção certa do desenvolvimento
profissional e pessoal. Vale pensar em alguns pontos interessantes:
O conhecimento é o saber. Envolve a educação formal, saber o
que, saber o porquê, saber para que e a capacidade de aprender;
A habilidade é o saber-fazer. São as experiências, o saber
como, as técnicas, o conhecimento tácito e o modelo mental;
A atitude é o saber ser. Ou seja, ter determinação,
responsabilidade, comprometimento, motivação e iniciativa.
Pense bem sobre isso e responda: Você é competente no que faz?
Encaminhe seus comentários!
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Postado por Michel Assali
27 março, 2014
Assertividade
Olá, gente...
Muito interessante a palestra de Patrícia Wolff sobre o tema que versa
sobre “Competências” que, ao tratar sobre o conceito de assertividade nas relações interpessoais, a autora desenvolve uma
linha de reflexão bem interessante.
Afinal, o que é assertividade? Simples: dizer a coisa certa, da forma certa, na hora certa, para a
pessoa certa no local certo. Parece fácil, não? Mas por que na hora de colocar
em prática o simples se torna complicado?
Na maioria dos casos isso acontece por dois grandes motivos:
- O comportamento
assertivo não é um comportamento natural, como por exemplo uma reação
instintiva de luta (confrontar ou agredir) ou fuga (evitar ou reprimir).
Ele requer um processo de aprendizagem e muita prática para tornar-lo
espontâneo.
- A
sociedade acaba nos estimulando para dois extremos: excesso de
individualidade ou de socialização. Para este último aspecto Freud em seu
livro ‘O mal estar na civilização’ (1929) já dizia que socializar-se é
reprimir-se. Exceder na socialização nos leva a dizer não para algumas
necessidades nossas e sim para as necessidades do outro, sacrificando
nossos desejos em prol dos desejos alheios. Ao exceder na individualidade
optamos por impor nossos desejos, mesmo que para isso seja necessário
invadir o território do outro.
Qual seria então a melhor alternativa de comportamento diante deste
contexto?
Antes de responder vamos entender as diferenças entre os 4 tipos de
comportamentos:
- Passivo:
Caracteriza-se principalmente pela fuga diante do conflito. Faz-se de tudo
para evitar a briga. O individuo não expressa suas necessidades,
pensamentos e sentimentos, permitindo que os outros as determinem. Vive
muito preocupado com a opinião dos outros a seu respeito.
- Agressivo:
Seu comportamento, diante do conflito, é de luta, seja por suas idéias,
interesses ou poder, é uma guerra que sempre terá um ganhador e um
perdedor. Mais preocupado com os próprios desejos do que com os dos
outros. Critica as pessoas e não seu comportamento, interrompe com
freqüência e é autoritário.
- Passivo/agressivo:
Tem um comportamento misto, com elementos de agressividade (quando
acredita que precisa vencer o outro) e passividade (quando não tem coragem
de confrontar as pessoas). Tem um jeito sedutor e manipulador de usar as
pessoas para atingir resultados.
- Assertivo: É
capaz de expressar suas necessidades, opiniões e sentimentos, confiante de
que não está dominando, explorando nem coagindo o outro a agir contra a
sua vontade. Busca defender seus desejos, sem ignorar os dos outros. É
direto na abordagem de assuntos e problemas, mas demonstra respeito pelo
chefe ou colega de trabalho, ouvindo e procurando entender sua
perspectiva.
Respondendo a pergunta
acima, o comportamento assertivo, sem dúvidas, é uma boa alternativa, pois
proporciona melhores chances de conseguir um resultado que satisfaça ambas as
partes.
E você? É assertivo? Deixe seu comentário.
Postado por Michel Assali
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