EDUCADORES

09 junho, 2010

Melhorando suas apresentações



Olá, gente.

Pesquisando em diversos sites e blogs o tema apresentações para aulas, palestras, reuniões, etc., predomina o software Powerpoint, sem dúvida nehuma. Porém se não for bem utilizado, a apresentação tende a ser enfadonha, "chata" e sonolenta. Encontrei no Blog Efetividade algumas dicas que compartilho como vocês, com o objetivo de melhorar uma apresentação.

Aí vão:
-Os slides não são a apresentação. Nunca esqueça que a atenção deve estar em você, e não nos slides. Você não deseja competir com eles pela atenção do seu público.
-Siga uma seqüência lógica. Se possível, comece rabiscando num papel quais os pontos que você precisa abordar.
-Seja legível. Se você vai escrever algo no slide, todo mundo precisa conseguir ler. Mas escreva o mínimo possível. Use fontes sem serifa (Arial, Verdana, Helvetica…) nos títulos, e serifadas (Garamond, Goudy, Palatino…) no conteúdo.
-Slide não é relatório. Se você precisar comunicar um longo conteúdo textual, imprima-o e entregue à platéia – se possível, antes do início da apresentação. Nos slides, sempre que possível, substitua as palavras por um gráfico ou imagem, para complementar o que você vai dizer.
-Menos é mais, especialmente quando estamos tratando de efeitos visuais e sonoros. Faça todos os itens do slide aparecerem ao mesmo tempo – ninguém na platéia espera ser surpreendido 90 vezes durante a sua apresentação.
-Distribua um folheto – antes! - a não ser que sua intenção seja fazer surpresas, distribuir um folheto com todos os slides ANTES da apresentação ajudará a manter as pessoas prestando atenção em você, e não no slide. Se você tem dúvidas se o público prestará atenção na apresentação se já tiver imagens de todos os slides em mãos antes da apresentação, há algo errado com a apresentação, ou com o público.
-Conheça as estatísticas – estudos recentes mostraram que apresentações de slides apenas com títulos, gráficos e imagens levam a uma retenção de conteúdo 28% maior que a dos slides tradicionais com listas de itens, e uma capacidade 78% maior de aplicar a informação recebida.


Caso você tenha mais algumas dicas a acrescentar, deixe seu comentário clicando em comentários.

Postado por Michel Assali

28 maio, 2010

O desejo do mar



Uma das melhores formas de gerar capital social positivo parece passar pelo fomento da «ação propositada» que decorre de dois fatores. O primeiro é o interesse pessoal, o querer - isto é, a noção clara do que se faz e porque se faz. O segundo é um forte sentimento de que a motivação é pessoal, intrínseca e da responsabilidade própria. A pessoa motiva-se. Não precisa ser motivada.Como podem as organizações e os seus líderes estimular a ação propositada dos colaboradores?
Ghoshal e Bruch apontam uma imagem de Antoine de Saint-Exupéry, o célebre escritor e aviador francês, autor de O Principezinho:
«Se queres construir um navio, não mandes os homens para a floresta cortar madeira, aplaná-la e juntar as placas. Em vez disso, ensina-lhes o desejo do mar.»

Nesta perspectiva, em vez de arranjar soluções prontas, os gestores e professores devem suscitar questões e desenhar visões apelativas, ou seja, aflorar o desejo do mar.

O desejo do mar pode ser ensinado pelos seguintes meios:

-É necessário «dar espaço» às pessoas - para que elas criem interesses. Pessoas comandadas não têm escolha, não têm vontade (a não ser a de escapar ao controle!)
-É preciso, pois, que as instituições concedam liberdade de escolha às pessoas e que estas percebam que têm essa liberdade. Cada um dos autores deste livro pode dispor-se a fechar-se em casa durante uma semana para terminar a obra. Mas o sentimento seria seguramente de grande raiva e desconforto se o nosso «patrão» nos obrigasse a permanecer em casa para fazer o mesmo trabalho. O que nos perturba não é «ficar fechado em casa» - é «ser obrigado a ficar fechado em casa».

-É necessário facultar às pessoas a possibilidade de lidarem com proble­mas difíceis - ainda que situados dentro do seu limite de capacidades. Por regra, os problemas fáceis não são sedutores. As mentes e os corações das pessoas são ativados por desafios complicados.

-É importante que as pessoas tenham destinos relevantes. É por essa razão que a organização deve clarificar o ponto que deseja atingir. E deve fazê-lo de uma forma que seduza os seus membros. É provável que, para isso, necessite de envolver as pessoas na determinação desse mesmo destino.Quando o desafio é complexo e o destino partilhado, é mais provável que o esforço coletivo se sobreponha ao individual. O «nosso» trabalho passa a ser mais importante do que o «meu» trabalho.

In Cunha, Rego e Cunha (2007). Organizações Positivas, Lisboa: Dom Quixote e blog do Prof. José Matias Alves, de Portugal.

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Postado por Michel Assali

20 maio, 2010

Registrando em Ata



Os registros são fundamentais para a construção histórica de uma instituição quer seja pública ou privada. Isso nos leva a considerar, dentre as diferentes formas de registro, a ata como um dos mais versáteis instrumentos de registro que preserva a memória dos encaminhamentos e decisões de um grupo de trabalho.

É conveniente lembrar que a ata não é uma transcrição de tudo o que foi falado, mas sim um documento que registra de forma resumida e *clara* as deliberações, resoluções e demais ocorrências de uma reunião ou outro evento. Após assinada pelo secretário e por todos os presentes, a ata constitui prova de que houve a reunião, das decisões nela tomadas, e das manifestações de todos os participantes.

Devido a ter como requisito não permitir que haja qualquer modificação posterior, o seu formato renuncia a quebras de linha eletivas, espaçamentos verticais e paragrafação, ocupando virtualmente todo o espaço disponível na página e reduzindo sua legibilidade, sob o ponto de vista tipográfico.

As características básicas da formatação de atas são:

  • texto completamente contínuo, sem parágrafos ou listas de itens – ou seja, reduzido como se o texto inteiro fosse um único e longo parágrafo;
  • números, valores, datas e outras expressões sempre representados por extenso;
  • sem emprego de abreviaturas ou siglas;
  • sem emendas, rasuras ou uso de corretivo;
  • todos os verbos descritivos de ações da reunião usados no pretérito perfeito do indicativo (disse, declarou, decidiu…);

Caso a ata esteja sendo registrada diretamente em livro de atas manuscrito, os confortos da edição do texto não estarão disponíveis. Neste caso, se houver erro do Secretário, o mesmo deverá ser imediatamente corrigido sem rasurar ou emendar, mas sim usando o “digo”, como no exemplo: “(…) O diretor propôs adquirir imediatamente vinte mil, digo, trinta mil unidades de matéria-prima (…)”. Caso perceba-se o erro apenas ao final da composição da ata, mas antes que a mesma seja assinada, pode-se retificar no término do texto, como no exemplo: “Em tempo: onde consta ‘vinte mil unidades de matéria-prima’, leia-se ‘trinta mil unidades de matéria-prima’”

Postado por Michel Assali

10 maio, 2010

Gestão e Liderança na Escola






Liderança é um termo para o qual cabem muitas definições, em geral envolvendo dinâmicas do funcionamento de grupos e a capacidade de influenciar comportamentos.
Porém, a liderança não se adquire apenas pelo entendimento de conceitos ou noções ou mesmo em participações de palestras, seminários, etc.
A liderança se desenvolve através de muito conhecimento, muita leitura, muita avaliação e principalmente, por muita prática, muita ação. A liderança é, portanto aprendida. Além de querer é preciso fazer.
Nem todo administrador torna-se um líder. Temos muitas situações em ambientes escolares onde existe a figura do diretor empossado como autoridade forma (legal), porém a liderança da escola recai sobre o Vice-diretor, ou ainda, do Prof. Coordenador , ou até um Professor.
Nesse sentido, entende-se que a autoridade formal é apenas suficiente para tornar uma pessoa chefe, mas nunca o suficiente para torná-la líder. É preciso ir para além da formalidade e investir fortemente na gestão de pessoas.
Numa escola pública qualquer, o maior patrimônio a gerenciar não são os bens ou equipamentos e sim, as pessoas que ali atuam. Pois é junto ao grupo de pessoas que a liderança se desenvolve.
Diretores que são verdadeiramente líderes, e não apenas chefes, têm algumas características em comum:
-Usam muito mais a capacidade de influência do que o poder de comando.
-Sabem ouvir cada integrante da equipe e fazer uso das informações que recebem.
-Sabem delegar e acreditar no trabalho realizado pelas equipes.
-Confiam na equipe e procuram fazer com que a equipe confie nele.
-Valorizam opiniões e perspectivas de outros.
-Comunicam claramente à equipe e ao público interno quais os objetivos e metas.

Pense sobre o tema e responda:
-Que tipo de liderança é a sua?
-Que leituras você tem feito sobre o assunto?
-Que ações tem praticado para desenvolver sua liderança?

Deixe seus comentários.

Postado por Michel Assali

03 maio, 2010

Responda à pesquisa:

Olá, gente...
Sabemos que o ser humano busca aperfeiçoamento profissional em quaisquer atividades que venha a realizar. Tendo em vista as contribuições da Psicologia, em especial ao que estuda a Inteligência Emocional, cada pessoa têm seu modo se apropriar da informação e transformá-la em conhecimento.
Tendo em vista estas perspectivas, a pesquisa abaixo tem a finalidade de coletar dados sobre a forma que as pessoas elaboram e apropriam de seus conhecimentos.
Vamos lá, votem!

Postado por Michel Assali

27 abril, 2010

Liderando em momentos difíceis



Olá, gente...
Existem momentos em que o que planejamos não saiu como devia, as metas não foram atingidas, as fraquezas se evidenciam. A equipe fica numa situação difícil onde todos constroem suas justificativas ou pior ainda, buscam-se culpados pelos erros e fracasso. Trata-se de um momento muito difícil onde as lideranças devem agir com rapidez e coerência e consistência.
Vão aí algumas dicas para melhorar a liderança nesses momentos difíceis:
Fique atento ao que possa vir: É preciso conhecer as novidades tanto formais quanto legais, bem como os critérios que desses aspectos são demandados. Isso é muito importante para evitar aquelas “surpresas” desagradáveis. Identifique o próximo desafio ou meta, da forma mais concreta possível, e envolva a equipe nele. Construa um plano de ação coletivo, que possa conquistar a confiança de todos, dando uma razão para seguir em frente.
Aprenda com os erros: Errar é humano e acertar é ainda mais humano. Não tenha medo dos erros ou fracassos. São eles que nos motivam a avançar e a aprender. Descubra os pontos fracos e ataque-os imediatamente para que não se espalhem no interior da equipe.
Reforce os pontos fortes: Destaque os pontos fortes de sua equipe e invista neles, valorizando cada aspecto. E faça isso rapidamente, enfatizando as qualidades de cada membro. Faça das falhas pontos de motivação para novas aprendizagens.
Ouça: ouvir a equipe é fundamental. Ouça mais os comentários, as observações, as críticas, os desejos, os problemas e as propostas e sugestões. Converse e puxe conversa, ganhe confiança e fale menos para ser ouvido.
Resolva: Pare de mandar e lidere. Liderar é resolver. Portanto resolva os problemas ou peça soluções para isso. Tem sempre alguém na equipe ou fora dela que tem sempre algo a contribuir nas soluções de diversos problemas.
Renove os recursos e procedimentos: Analise os procedimentos e os recursos. Descarte o que não funcionou, corrija os disponíveis e aperfeiçoe os que trazem resultados. Se possível integre-os o quanto antes.
Reconheça o esforço de todos: Mesmo que não tenha atingido as metas esperadas, valorize o esforça de cada membro da equipe. Destaque sempre os pontos positivos de cada um e estimule-os à superação, pois todas as pessoas são dotadas desses aspectos.
Mantenha-se motivado: Dê exemplo. Mantenha sua mente sempre com pensamentos positivos e motivadores. É possível assimilar as perdas ou derrotas, levantar a cabeça e seguir em frente, mostrando que a natureza humana é capaz de superar-se cada vez mais.
Postado por Michel Assali

21 abril, 2010

As lições de Bill Gates



O reitor de uma Universidade do Sul da Califórnia enviou um e-mail para a Microsoft convidando Bill Gates a fazer um discurso no dia de formatura, incentivando os formandos no início de suas carreiras e, para sua surpresa, Bill Gates aceitou.
Esperava-se que ele fizesse um discurso longo, de mais de uma hora, afinal ele é o dono da Microsoft e possuiu a maior fortuna pessoal do mundo!
Mas Bill foi extremamente lacônico, falou apenas durante 5 minutos, subiu em seu helicóptero e foi embora.
A seguir, as 11 regras que ele compartilhou com os formandos naquela ocasião:
- Vocês estão se formando e deixando os bancos escolares, para enfrentarem a vida lá fora. Não a vida que vocês querem, não a vida que vocês sonharam ter, a vida como ela é. Vou compartilhar com vocês onze regras que não se aprendem nas escolas:
Um: A vida não é fácil. Acostume-se com isso.
Dois: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil por ele (o mundo) antes de aceitá-lo.
Três: Você não vai ganhar vinte mil dólares por mês assim que sair da faculdade. Você não será vice-presidente de uma grande empresa, com um carrão e um telefone à sua disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e ter seu próprio telefone.
Quatro: Se você acha que seu pai ou seu professor são rudes, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
Cinco: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seu avós tinham uma palavra diferente para isso. Eles chamavam isso de "oportunidade"
Seis: Se você fracassar não ache que a culpa é de seus pais. Não lamente seus erros, aprenda com eles.
Sete: Antes de você nascer seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por terem de pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são "ridículos". Então, antes de tentar salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente arrumar o seu próprio quarto.
Oito: Sua escola pode ter criado trabalhos em grupo, para melhorar suas notas e eliminar a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar para ficar de DP até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola está despedido... RUA! Faça certo da primeira vez.
Nove: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre férias de verão e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Dez: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
Onze: Seja legal com os CDF´s - aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.

Reflita agora sobre as palavras do Bill Gates e pense em como isso se enquadra no conceito de Valor. Discuta com seus alunos! Comente!

Postado por Michel Assali

13 abril, 2010

O que precisamos para melhorar nossas escolas?



Melhorar a escola e a qualidade de ensino a ser oferecido é tarefa difícil, porém perfeitamente possível.
Sabemos das responsabilidades dos governos, das políticas educacionais, dos recursos públicos a serem disponibilizados, a participação dos diversos setores da sociedade, a instituição familiar e dos educadores envolvidos na tarefa.
Sabemos que esperar as condições ideais para que a qualidade do ensino aconteça, será de uma grande ingenuidade quixotesca nos arremetendo a uma luta vazia e à condição de estagnação de pensamentos, reflexões e idéias.
Com todas as dificuldades presentes, indistintamente das regiões socioeconomicamente localizadas, diversas escolas conseguem inimagináveis sucessos tanto nos aspectos de gestão quanto nos pedagógicos. Como será que fazem isso?
Seguem abaixo alguns itens que, ao serem observados discutidos e incorporados nos planos e propostas pedagógicas, poderão contribuir significativamente para a melhoria das escolas e da qualidade de ensino:


-Pais participativos?

-Professores motivados?

-Ambiente limpo e organizado?

-Trabalho em equipe?

-Foco na aprendizagem?

-Rigidez com alunos e professores?

-Gestão democrática?

-Ação dos colegiados?

-Parcerias?

-Estrutura física?


Pode-se arrolar outros itens preocupantes, todavia se a equipe escolar se concentrar em contemplar 06 dos itens citados, os resultados superariam as expectativas de melhoria em curto e médio prazo.
Pensem nisso e coloquem em prática!


Postado por Michel Assali

12 abril, 2010

Indicadores e Gráficos interativos



Olá gente...


Pesquisando nas páginas da rede, descobri um site muito interessante para Gestores, Educadores e Professores que lecionam História, Geografia, Sociologia e outros interessados.
Trata-se do site http://www.gapminder.org/. Embora seja todo em inglês, o internauta pode utilizar dos programas de tradução do Google e obter um interessante resultado.
Substituindo os dados dos eixos (abcissa-vertical ou coordenada-horizontal), você pode obter diversos dados e gráficos interessantes de todos os países do planeta. Ao clicar em play, é possível visualizar o evento escolhido ao longo do tempo de forma bem dinâmica, permitindo interpretações a respeito de todos os países ou daquele(s) que tiver maior interesse. O site també apresenta tutoriais e vídeos-exemplo para melhor uso e aplicação.
Testei e achei muito interessante. Valeu a pesquisa.
Visite a página, explore e deixe seus comentários.
Postado por Michel Assali

05 abril, 2010

Competências e Habilidades



Olá gente...

Pesquisando sobre os temas que por aqui abordo, encontei num artigo de Eugenio Mussak, uma abordagem muito interessante sobre o termo CHAVE, relacionando liderança e competência.
Comenta Eugenio: “Competência, que tanto buscamos, pode ser definida como a capacidade de entregar os resultados desejados com a menor utilização de recursos, incluindo, entre esses, o tempo. Possuir competência é a condição para competir, para manter-se no jogo dos negócios, vivo no mercado de trabalho. Esse assunto ganhou status de método a partir dos estudos de David McClelland nos anos 70, e nas organizações adotou-se universalmente a fórmula do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), ou, como preferem alguns, Saber, Poder e Querer. Considerando que essa equação é um produto, se um dos três for nulo, o resultado final será competência zero. Mas o tempo passa e os conceitos vão sendo aprimorados.

Na competência 2.0 deste século, o CHA vira CHAVE. E a chave da competência ampliada é o acréscimo de duas letras, dois conceitos e duas preocupações. O “V” representa Valores, que regulam o sentido que o profissional constroi ao longo de sua existência.” E o “E” da CHAVE significa Entorno, o ambiente onde a competência encontra as condições para ser exercida. Esse é o único elemento que está mais fora do que dentro do indivíduo. O cirurgião não opera sem o centro cirúrgico, sem a anestesia e o bisturi. O gestor não lidera sem uma mínima equipe engajada e compromissada com os ideais da instituição.

Formar pessoas competentes e fornecer-lhes o cenário para que atuem passa a ser reponsabilidade da liderança.
Pensem nisso!

Postado por Michel Assali
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